Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PGR defende arquivamento de inquérito que investiga Bolsonaro por vazamento de dados sigilosos

    Por

    Por G1

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta quinta-feira (17) que o Supremo Tribunal Federal arquive o inquérito que apura o suposto vazamento de dados sigilosos pelo presidente Jair Bolsonaro durante uma transmissão nas redes sociais.

    Aras se manifestou no caso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após a Polícia Federal ter afirmado que viu indícios de crime e que reuniu elementos sobre a atuação direta, voluntária e consciente de Bolsonaro ao divulgar informações sigilosas de uma investigação em andamento.

    Durante uma live em agosto de 2021, Bolsonaro levantou suspeitas sem provas sobre o sistema eleitoral brasileiro ao divulgar informações confidenciais. Citou o inquérito da PF e fracassou no objetivo de demonstrar supostas falhas no sistema eleitoral brasileiro.

    No dia seguinte, Bolsonaro publicou nas redes sociais o link com a íntegra do inquérito da PF. No mesmo dia, o TSE esclareceu que o ataque hacker não tinha representado risco à integridade das eleições de 2018 e que a investigação não havia sido concluída. Por lei, qualquer servidor público tem obrigação de proteger informações sigilosas.

    Em um relatório encaminhado pela PF ao Supremo, a delegada Denisse Ribeiro afirma que há indícios de que o presidente Bolsonaro cometeu crime ao divulgar os dados sigilosos.

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