Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em Jordão, vereador Fernando Muniz encabeça luta em defesa de uma estrada que dê acesso aos demais municípios acreanos por via terrestre

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    O vereador Fernando Muniz (PDT) de Jordão, município castigado pelo isolamento por via terrestre, fez um discurso importante e talvez o primeiro político a conclamar a população a lutar por uma estrada de terra, que dê acesso aos demais municípios acreanos.

    Elevado à categoria de município no ano de 1992, no governo de Edmundo Pinto (PDS), o pequeno povoado, foi se desenvolvendo, mas a falta de uma ligação por via terrestre impede o progresso de forma plena, seja pela dificuldade de chegar os itens de primeira necessidade chegar ao local, seja pela falta de investimento num local, que hipotética não daria o retorno esperado. Isso tem tornado a vida dos jordanenses uma celeuma. Tudo no local é caro e a população, dos quais 40% são indígenas da etnia Kaxinawá (Huni Kuin), vivem praticamente do dinheiro que recebe dos programas sociais.

    A navegação pelo rio é demorada, mesmo no inverno. No verão, a subida, leva de cinco a sete dias, e somente embarcações de porte médio conseguem navegar. Pelo ar, a passagem é cara. Idade e volta é quase 80% do salário mínimo vigente no país.

    Com a dificuldade de acesso, algumas obras públicas, dentre elas uma escola no bairro novo, estão abandonadas pelas construtoras que venceram a licitação.

    Da tribuna do parlamento local, Muniz pediu que a população ao encontrar com os senadores, deputados federais e o próprio governador faça eles abraçar esse compromisso. Segundo o vereador pedetista, é preciso sonhar e trabalhar para que seja concretizado.

    “Não podemos ficar cento e cinquenta anos ou duzentos isolados. Temos que sonhar. A partir de hoje, cada político que vir a Jordão pedir meu voto, meu apoio, terá que assumir essa bandeira”, afirmou o édil.

    Fernando lembrou que anos atrás, ninguém acreditava que os quase 700 km da BR-364 que liga Rio Branco a Cruzeiro do Sul saísse. Mas teve alguém que acreditou. “A distância de Jordão para ligar a BR-364, no trecho entre Tarauacá e Cruzeiro são cerca de 150 km. É possível fazer uma estrada de terra. Mas para isso, nós precisamos lutar”.

    Um exemplo que é possível fazer uma estrada para Jordão foi a abertura de uma pequena estrada de chão batido , ligando  Cruzeiro do Sul a Porto Walter.

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