Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Biografia: conheça Jenilson Leite, o pré-candidato a governador do Acre que mais cresce nas pesquisas

    Por Assessoria

    Pré-candidato ao Governo do Acre pelo PSB, o deputado estadual Jenilson Leite, lançou nesta quarta-feira (25), por meio de suas redes sociais, a sua biografia. Em formato de vídeo, Jenilson que vem em crescente nas pesquisas eleitorais, buscou contar de forma resumida a sua história e sonhos para o futuro do Acre.

    Nascido no seringal Mucuripe, às margens do Rio Muru, em Tarauacá, filho da costureira Nonata Batista e do agricultor Vicente leite, muito cedo, aos seis anos de idade, saiu da casa dos pais para estudar na cidade, onde a princípio foi morar com a tia, dona Raimunda Batista.

    “A minha história de vida é muito parecida com a da grande maioria dos acreanos, que saiu do seringal para estudar e que via na escola a oportunidade de conquistar os seus sonhos. Passei por grandes desafios desde muito cedo e esse foi um deles, sair da casa dos pais aos sete anos de idade para estudar”, conta.

    A sua tia, dona Raimunda Bastista fala dessa fase: “Ele morou aqui com a gente por um tempo, foi engraxate, depois foi para São Paulo fazer uns cursos”. Dona Raimunda se refere à primeira formação do deputado, que se tronou técnico agrícola. Três anos depois, em 1999, assumiu a coordenação regional da Secretaria de Produção de Tarauacá, Feijó e Jordão atuando com produtores rurais, indígenas e pescadores. Jenilson também foi professor de escola pública durante dois anos.

    Em 2003 foi estudar medicina na Escuela Latinoamericana de Medicina, em Cuba. Após concluir o curso, tornou-se coordenador e membro fundador da Associação Médica Nacional Maíra Fachin. Como médico, participou de várias missões humanitárias: em 2010 coordenou a Missão Internacionalista dos Médicos Formados em Cuba que foram prestar socorro humanitário ao povo haitiano, quando o Haiti teve 70% de seu território devastado por um terremoto.

    “A vida foi me dando esssa soportunidades e eu fui tendo a coragem de seguir em frente, me formei em médico, estudei bastante e procurei aproveitar aquela oportunidade, depois vieram os desafios profissionais, um deles foi quando me formei em medicina, teve um terremoto no Haiti e me disseram que estavam precisando de médico, perguntaram se eu topava ir e minha natureza de enfrentra a vida era de dizer sim e foi o que eu respondi. Convidei alguns colegas e fomos, ficamos um tempo cuidando das pessoas e foi uma das principais experiências que tive como ser humano”, conta Jenilson.

    No desastre de Brumadinho (MG), em 2019, juntou-se a outros colegas de profissão para atender a população vítima do rompimento da barragem da mineradora Vale. No Acre, também fez atendimentos médicos às margens do Rio Tarauacá, na Ação de Saúde Dr. Baba, onde atendeu mais de 5 mil pessoas. Em 2020, realizou a Missão Rio Muru, atendendo 4 mil pessoas nas comunidades ao longo do rio. Além de diversas participações em atendimentos itinerantes na cidade e zona rural.

    Morando na Capital há 13 anos, foi chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica e Ambiental de Rio Branco.

    Atuou no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, como médico infectologista, quando se licenciou da Assembleia Legislativa para auxiliar seus colegas servidores que estavam sobrecarregados na linha de frente, e foi para dentro dos hospitais em Rio Branco e no interior.

    “Na pandemia me veio outro desafio, quefoi lidar com um vírus que não conhecíamos, só sabíamos que era mortal e diante da demanda, com a falta de profissionais médicos, recebi o convite da direção do Pronto Socorro, topei e me afastei do parlamento. Eu sabia que era uma decisão importante e passei alguns meses lá dentro da UTI ajudando, depois fui para o interior fazer o que estava ao meu alcance que era levar um pouco de conhecimento nessa área, como lidar com esse vírus, e uma das formas foi o programa que nós chamamos Máscaras pela vida, onde saímos distribuindo máscaras e informações em todos os municípios”, disse.

    Atualmente, exerce seu segundo mandato como deputado estadual do Acre, eleito com 8.253 votos (1,95% dos válidos) nas eleições de 2018, o dobro dos votos recebidos nas eleições anteriores. Jenilson é o deputado mais produtivo da historia da Assembleia Legislativa do Acre, da qual é vice-presidente. Soma ao logo de seus mandatos 2.764 projetos, indicações, moções e requerimentos, assinado ainda outros 15 como co-autor.

    Atuou efetivamente na luta por melhorias pelos servidores públicos, se posicionando e indo às ruas contra a reforma trabalhista. Assinou a emenda conjunta que elevava para 10% a proposta do Governo de reajustar em 5,42% o salário dos servidores. Intermediou negociações de sindicatos da saúde, educação e segurança, por exemplo, garantindo importantes vitórias nas negociações de auxílios.

    Jenilson Leite é casado com a médica oftalmologista Glaucia Hage, tem 44 anos é pai de 3 filhos, Geiva, João Pedro e Maria Julia, e avô do pequeno Arthur.

    “Eu peço mesmo a Deus é o melhor direcionamento para que eu possa continuar com essa disposição de sonhar com dias melhores para nosso estado e para as pessoas que aqui vivem”.

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