Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Mãe que deu filha a casal gay se arrepende e vai à Justiça no DF

    Por Carlos Carone, Mirelle Pinheiro, Metrópoles

    Uma mulher de 22 anos busca na Justiça o direito de reaver a guarda da própria filha, de 1 ano. Desde o nascimento, a criança está sob a tutela de um casal homossexual que teria driblado os trâmites impostos pela Vara da Infância e Juventude (VIJ) e realizado a chamada “adoção à brasileira“, ou seja, sem formalizar o processo. Ao Metrópoles a jovem diz ter recebido R$ 3 mil deles para “reconstruir a vida”. O imbróglio tramita em segredo de justiça, e o caso também passou a ser investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

    Nascida no interior de Goiás, a jovem engravidou após se relacionar com um namorado. Tradicionais e conservadores, os pais dela a expulsaram de casa quando descobriram a gestação. Sem dinheiro, roupas ou lugar para ficar, a mulher mudou-se de cidade. Desesperada, passava um dia na casa de um conhecido e, o seguinte, em outra residência. Foi questão de tempo até mergulhar nas drogas.

    “Fui ao fundo do poço quando engravidei. Perdi minha família, e chegou num ponto que fiquei nas ruas. Daí comecei a temer pela vida da minha filha e resolvi procurar pessoas que me ajudassem a deixá-la para adoção”, contou.

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