Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    HISTÓRIA: TARAUACÁ E O CASO AMIN KONTAR

    Por Isaac Melo, Blog Alma Acreana
    Era madrugada de 15 de janeiro de 1918. A pequena Vila Seabra, com pouco mais de mil almas, desfrutava do silêncio, entrecortado apenas pela cantoria dos insetos, anuros e aves que povoam as noites amazônicas. A vila era um pequeno arruado de casas que constava de uma avenida principal, com um estreito calçamento, com outras pequenas e parcas ruas em paralelo, que mais se assemelhavam a um varadouro. O prefeito trabalhara até alta noite em seu escritório, onde adormecera. De modo, que apenas sua esposa dormia no leito do casal. Um estampido, de repente, pôs todos em polvorosa, quebrando a tranquilidade que reinava na noite dos vilaseabrenses. Uma bomba de dinamite havia sido jogada sob o assoalho do quarto do prefeito. Uma tentativa, portanto, de assassiná-lo.
    Amanhecera. E os primeiros raios de sol já dançavam por sobre as águas tranquilas e barrentas do rio das tronqueiras, ali, onde se abraça num beijo úmido com o rio das cigarras. Contrastando com a paz da natureza, a vila acordara em rebuliço. Tentaram matar o prefeito, ouvia-se pelas ruas. Na casa do Juiz Municipal, o prefeito contava o sucedido. O inquérito fora aberto para investigar a autoria do atentado, que por pouco não fizera vítima fatal, a digníssima esposa do senhor prefeito. Não demorou muito, e os primeiros suspeitos foram identificados. E imediatamente presos, sob as ordens do Juiz Municipal.
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