Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em Brasília, Gerlen Diniz manifesta apoio a criação da polícia socioeducativa e redução da maioridade penal.

    Por Assessoria

    Em sua fala, o deputado Federal Gerlen Diniz (PP) manifestou total apoio a criação da polícia socioeducativa e a redução da maioridade penal em audiência realizada pela Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (20).

    A audiência foi realizada para discutir a Proposta de Emenda à Constituição 365/17, que cria os corpos de segurança socioeducativa para supervisionar e coordenar as atividades de segurança dos estabelecimentos de adolescentes infratores. A proposta já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça em 2019 e aguarda a criação de uma comissão especial.

    “Precisamos investir mais nessa área de segurança pública. E vamos investir começando pela base. Pelo o socioeducativo que tem o direito, sim, de serem reconhecidos como policiais socioeducativos, de receberem um treinamento específico, em razão das suas funções. São dezenas de parlamentares que tem compromisso com a área de segurança pública porque sabem da necessidade. O povo, o cidadão de bem, àquele que está lá pagando seus impostos muitas vezes não noção do quão é importante investir nessa área. E vamos começar investindo por vocês [socioeducativos]. Contém mais uma vez com o apoio do deputado Gerlen Diniz”, disse.

    Gerlen Diniz (PP) destacou ainda a importância do debate para o avanço da valorização do trabalho desenvolvido pelos agentes socioeducativos e defendeu aposentadoria especial à categoria.

    “Estamos tratando de um tema importantíssimo a respeito dos socioeducativos que, no futuro acredito se chamarão policiais socioeducativos. Estarão integrados no capítulo da Segurança Pública da Constituição Federal no artigo 144, porque sua função é extremamente delicada e prioritária para a sociedade. Vocês [agentes] têm que ter, sim, aposentadoria especial. Tem que ter sim um salário digno, treinamento especial porque estão tratando com esses jovens que estão começando suas vidas e que muitos deles não tem responsabilidade nenhuma”, defendeu.

    Ao encerrar sua fala, Diniz lembrou dos 20 anos de governo que antecederam a atual gestão, período que a Polícia Militar do Acre sofria desvalorização e, como consequência, a sociedade passou a sofrer com o aumento da criminalidade. O parlamentar conclamou ainda os demais colegas a abraçarem a luta pelo bem da sociedade brasileira.

    “A luta hoje é a inserção dos agentes socioeducativos do Sistema Único de Segurança Pública. Nós não podemos perder essa oportunidade. Nós temos que ir além. E, ir além, é tratar também da redução da maioridade penal. É inadmissível que uma pessoa de 17 anos de idade participe de uma chacina, que vitimou dez pessoas, seja ouvido e, em seguida, liberado. Só mesmo no Brasil. E a responsabilidade é nossa! dos parlamentares, representantes da população. Temos aqui parlamentares de segurança pública unidos e não podemos esperar mais. A sociedade não aguenta mais!”, encerrou

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