Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Gerlen Diniz acusa governo Lula de mentir sobre aprovação da reforma tributária

    Por Da Assessoria

    O deputado federal Gerlen Diniz (PP/AC) acusou o governo do presidente Lula de enganar os brasileiros a respeito da aprovação da reforma tributária.

    Ele mencionou que há um dispositivo previsto na Constituição Federal de 1988 que é a cobrança de impostos sobre grandes fortunas, porém nunca foi colocada em prática. Para passar a valer, é preciso a aprovação de uma lei complementar dizendo como será a cobrança.

    “Essa previsão está aí desde 1988. O governo federal nunca se interessou em aprovar essa lei complementar para cobrar impostos dos bilionários desse país. Agora, com a reforma tributária, quer arrecadar 150 bilhões, além do que arrecada, por ano, saqueando mis uma vez o bolso do trabalhador. Votei contra e votaria contra de novo”, afirma.

     

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