Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Governo polonês adverte Rússia e Belarus contra “provocações” na fronteira

    Por Radina Gigova, Antonia Mortensen, Jessie Gretener, da CNN

    O primeiro-ministro polonês, Mateusz Morawiecki, alertou nesta quinta-feira (03) sobre “mais provocações e intrigas” que podem surgir do outro lado da fronteira oriental de seu país com Belarus e a Rússia, em meio às crescentes tensões entre Varsóvia e Minsk.

    “Avisamos contra provocações da Rússia e de Belarus. O grupo Wagner pode realizar ações de sabotagem, e todos aqueles que subestimam essa ameaça podem ser responsáveis por mais provocações e intrigas desse lado”, disse Morawiecki em postagem na rede social X, anteriormente conhecida como Twitter.

    Em 29 de julho, Morawiecki disse que mais de 100 mercenários Wagner se moveram em direção a uma estreita faixa de terra entre a Polônia e a Lituânia, conhecida como lacuna ou corredor de Suwalki, e que isso era “um passo em direção a um novo ataque híbrido ao território polonês”. Morawiecki também disse que os mercenários de Wagner podem tentar se passar por migrantes para cruzar a fronteira de Belarus para a Polônia.

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