Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Fundo Amazônia vai investir R$ 35 milhões em 11 terras indígenas do Juruá

    Por Sandra Assunção, Ac24horas.com

    O Fundo Amazônia, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vai liberar para a Organização dos Povos Indígenas do Rio Juruá (Opirj), R$ 35 milhões, que vão contemplar 11 terras indígenas da região.

    O projeto tem ações voltadas para o fortalecimento institucional, proteção do território, produção, segurança alimentar e valorização cultural. A informação é do coordenador da Opirj, Francisco Pyãko.

    O ato de contratação, na Terra Indígena Puyanawa, no município de Mâncio Lima, deve ocorrer neste sábado, 4, com a presença das Ministras do Meio Ambiente, Marina Silva e dos Povos Indígenas, Sônia Guajará, e representantes Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI). “Este é um projeto da organização dos povos indígenas do Rio Juruá, a Opirj, com BNDES e recursos do Fundo Amazônia. Não é o ministério que está liberando, mas está dentro da pasta de Meio Ambiente da ministra Marina Silva e a vindo dela é muito importante para a região”, citou Pyãko.

    A chegada da comitiva está prevista para 13 horas no Aeroporto de Cruzeiro do Sul. Em seguida, o grupo vai de carro para a Terra Indígena Puyanawa, em Mâncio Lima. Às 17 horas, retornarão para Cruzeiro do Sul, onde embarcam para Brasília.

    O Fundo Amazônia, que completou 15 anos em agosto, foi criado pelo Governo Federal, e é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. A finalidade é captar e aplicar recursos não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal.

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