Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Brasil Pode Perder Território Após Uruguai Emitir Comunicado: Veja Quais Locais

    Por Nicole Cavalcante, Coluna Financeira

    Desde o século XIX, as fronteiras entre o Brasil e o Uruguai são estabelecidas com base em um tratado de 1851. Porém, as disputas e questionamentos sobre a validade desse acordo datam desde 1930, quando Uruguai começou a levantar dúvidas sobre seus termos.

    A controvérsia ressurge recentemente, refletindo o interesse do atual Uruguai em reaver certos territórios com base nas interpretações divergentes do tratado histórico.

    Saiba quais são os pontos discutidos

    Um desses pontos de disputa é o povoado de Tomás Albornoz, localizado dentro dos limites do município de Santana do Livramento. 

    Com apenas 100 habitantes, esta região pacífica é marcada no Google Maps por linhas pontilhadas, indicando um status contestado entre Brasil e Uruguai. 

    Apesar de sua pequenez e isolamento, a presença estatal brasileira é representada apenas por uma escola pública, enquanto outros serviços essenciais são providenciados pelo Uruguai.

    Outro ponto de discórdia é a Ilha Brasileira, situada na foz do rio Quaraí. Anteriormente habitada pelo fazendeiro José Jorge Daniel até 2011, a ilha hoje está desabitada. 

    O Uruguai alega que mudanças geográficas desde o tratado de 1851 alteraram sua localização, o que, segundo eles, deveria transferir a soberania para o Uruguai.

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