Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    A uma semana das eleições na França, extrema direita tem 35% dos votos

    Por RFI

    A uma semana das eleições na França, duas pesquisas anteciparam vantagem nas intenções de votos para a extrema direita. Divulgados neste fim de semana, os levantamentos consolidam a liderança do partido de extrema direita Reunião Nacional, com 35% e 36% das intenções de voto, contra 27 a 29,5% para a Nova Frente Popular, coligação da esquerda.

    Fortalecido, o Reunião Nacional (RN) se mobiliza para obter a maioria absoluta da Assembleia Nacional junto aos aliados de direita. O presidente do partido Os Republicanos, Eric Ciotti, criou um racha na legenda depois de anunciar uma aliança com a extrema direita nesta votação – convocada pelo presidente francês, Emmanuel Macron, depois da derrota dos centristas nas eleições legislativas europeias.

    Conforme as pesquisas do instituto Elabe, encomendada pelo jornal La Tribune, e do instituto Ipsos, para Le Parisien e Radio France, o partido de Macron, Renascimento, aparece bem atrás, em terceiro lugar, com 19,5% e 20%, respectivamente. Os aliados do presidente pedem uma “onda republicana contra os extremos”.

    Em uma entrevista para o Journal du Dimanche (JDD), o presidente do RN, Jordan Bardella, voltou a insistir na carta do apaziguamento do país. “Quero reconciliar os franceses e ser o primeiro-ministro de todos os franceses, sem qualquer distinção”, afirmou, reiterando que só aceitaria o cargo de premiê se a sigla obtiver maioria absoluta dos assentos da Assembleia.

    Bardella, cujo partido fez história combatendo a imigração na França, comprometeu-se a ser o “primeiro-ministro de todos, incluindo daqueles que não votarem” nele. O líder prometeu “respeitar todos os franceses, sejam eles quem forem e de onde quer que venham”

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