Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Dia do Orgulho LGBTQIAPN+: Entenda significado de cada letra e conheça histórias de quem se identifica com a sigla

    Por Zaia Angelo, g1

    Nesta sexta (28) é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+. A escolha da data se deve ao ocorrido nesse mesmo dia, em 1969, quando mulheres trans, gays, lésbicas e outros membros da comunidade se revoltaram com a violência policial, em um bar de Nova York, no episódio que ficou conhecido como a rebelião de Stonewall Inn.

    Ana Luísa Oliveira mora em Águas Claras, no Distrito Federal, e se descobriu há pouco tempo como uma mulher lésbica. A arquiteta conta que cresceu em um ambiente religioso e conservador, então, demorou para entender o que acontecia com ela.

    ‘”Eu lido com o preconceito dentro da minha família. Eu sei que eles estão aprendendo, mas eu já lido com o preconceito desde ali dentro e acho que isso vem me blindando para lidar com o preconceito do mundo do lado de fora [de casa], diz Ana Luísa Oliveira.

    Ana, que se entendia como bissexual, precisou da ajuda da ex-namorada – hoje uma das melhores amigas – para se entender como lésbica. Ana diz que por muito tempo teve vergonha de se orgulhar, e que fazia as coisas pautadas no que terceiros iriam pensar.

    Atualmente ela diz que se sente “livre de amarras para ser ela mesma” e lidar com o preconceito diário.

    “Eu estou lutando para ser quem eu sou e ninguém vai tirar isso de mim”, conta a arquiteta de Brasília.

    Sair da versão mobile