Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    De ricaça na Forbes a falência: a face oculta da herdeira da Suzano

    Por Luiz Veloso, Metrópoles

    “Não, não, não, eu não vou falar sobre isso! Já faz muito tempo. Está nas mãos de advogados. Tchau!”, disse a professora aposentada Sonia Regina Guimarães, de 68 anos, antes de desligar o telefone quando questionada pelo Metrópoles sobre uma denúncia que fez há mais de 20 anos à Polícia Civil de São Paulo.

    No início dos anos 2000, ela procurou a delegacia de Botucatu, no interior do estado, para relatar que havia sido notificada a dar esclarecimentos à Receita Federal sobre uma dívida tributária milionária da Mercante de Papeis. Tratava-se, à época, de uma empresa parte do império da família Feffer, dona da Suzano, maior fabricante de celulose do mundo. Sem nunca ter ouvido falar da empresa, Sonia constava em seu quadro de sócios.

    O relato dela aos policiais é parte de uma grande trama de brigas, fraudesdívidasfalência e uso de laranjas que alimentaram duas décadas de investigações criminais e levaram ao desmoronamento do principal braço de distribuição de papel da Suzano. No centro dessa história está Lisabeth Sander (foto em destaque), de 74 anos, uma das herdeiras da família Feffer.

    Leia mais no Metrópoles 

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