Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Edvaldo Magalhães diz que greve da Educação poderia ter sido evitada se o governo tivesse cumprido o que prometeu em 2022, antes das eleições

    Por José Pinheiro

    Em discurso nesta quarta-feira (7), o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) disse que a greve da Educação, deflagrada hoje, poderia ter sido evitada pelo governo, se tivesse cumprindo o que se comprometeu em ata assinada em 2022. Na época, secretários do governo Gladson Cameli se comprometeram em inserir nas leis orçamentárias para o exercício de 2023, a recomposição dos 3% retirado da tabela do PCCR da Educação.

    “Essa greve poderia ter sido evitada. ‘Ah, mas tem as limitações da Lei de Responsabilidade Fiscal’. Você faz o acordo e aplicar na forma que ela surgir. Pode ser aplicado no final do ano e pode ser aplicado no próximo ano. Mas, que os recursos são suficientes e podem rever essa injustiça cometida com a Educação, isso sim. São suficientes e precisam de uma saída”, afirmou.

    E acrescentou: “Sabe porque fizeram essa ata? Porque estava na eleição. E o escândalo de tirar a conquista da Educação foi tão grande, estava pegando tanto, que precisava garantir que voltariam atrás. E, eu encerro, lembrando aqui da nossa audiência pública. O secretário Alysson veio e os números apresentados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação foram incontestes. O Aberson só teve uma saída. Disse: ‘olha, vamos esperar a execução fiscal do mês de julho e no final a gente senta para tomar a nossa decisão’. Está comprovado que é possível recompor a tabela em duas parcelas. Está comprovado pelo estudo feito pela Universidade Federal do Acre, apresentado pelo professor Sérgio Roberto”.

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