Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Sustentabilidade e renda – relevância do Projeto de Lei 3.980/2024 de autoria do senador Petecão para os pequenos produtores extrativistas da Amazônia Legal

    Por Senador Sérgio Petecão

    Como autor do Projeto de Lei (PL) 3.980/2024, apresentado no Senado, acredito que a proposta representa uma oportunidade crucial para os pequenos produtores da Amazônia e para a preservação do meio ambiente. Minha intenção, com esse projeto, foi oferecer um suporte financeiro aos que vivem na floresta, permitindo que mantenham suas atividades de forma sustentável, sem precisar sacrificar a vegetação nativa.

    É alarmante o que vemos acontecer na Amazônia: queimadas, desmatamentos e a perda irreversível de áreas verdes, fundamentais para a nossa biodiversidade. Nesse contexto, vejo a necessidade de implementar políticas públicas que incentivem a conservação, mas que também garantam a subsistência das comunidades que dependem da floresta. O projeto busca exatamente isso: alinhar desenvolvimento econômico a proteção ambiental.

    O modelo que proponho é simples, mas poderoso: garantir um benefício financeiro a agricultores familiares e comunidades tradicionais que mantiverem vegetação nativa em pelo menos 80% de suas propriedades. O fato de vincular tal auxílio ao Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal é uma forma de garantir que os recursos cheguem a quem realmente precisa, respeitando a vulnerabilidade desses grupos.

    Outro ponto que considero essencial é a utilização de tecnologias de sensoriamento remoto para monitorar as áreas preservadas. Com essa ferramenta, podemos ter um controle mais efetivo sobre o desmatamento e, ao mesmo tempo, evitar as fraudes que frequentemente ocorrem em iniciativas semelhantes.

    Em suma, acredito que o PL 3.980/2024 pode ser um divisor de águas na relação dos pequenos produtores com a Amazônia. É uma proposta que visa valorizar a floresta em pé, reconhecendo e recompensando aqueles que cuidam dela. O sucesso do projeto dependerá da mobilização de todos nós, em prol de um futuro mais sustentável, não só para a Amazônia, mas para todo o Brasil e o mundo.

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