Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Aviação no Acre completa 89 anos com pioneirismo e acidentes emblemáticos

    Por Whidy Melo, ac24horas.com

    Em 2025, a aviação no Acre celebra 89 anos de uma trajetória marcada por pioneirismo, desafios logísticos e um papel crucial na integração de um estado que ainda hoje sofre dificuldades de acesso por terra e água. Desde os primeiros voos na década de 1930, a aviação tem sido a espinha dorsal do transporte no Acre, conectando comunidades remotas, viabilizando o acesso a serviços essenciais e impulsionando o desenvolvimento econômico.

    A história da aviação no Acre remonta a 1936, o lendário hidroavião Taquary “aquatissou” nas águas no rio Acre, no estirão do Bagé, em Rio Branco, onde hoje se localiza o bairro que foi batizado com o nome da aeronave, segundo registro do historiador acreano Marcos Vinicius Neves em publicação do jornal A Gazeta, em 2015. Foi então quando o interventor federal do Acre, Manoel Martiniano Prado, proclamou que o Acre deveria entrar para a modernidade nas asas dos aviões, num tempo em que o isolamento dos acreanos era quase absoluto.

    Da “ousadia” do interventor, e pela mão de obra de famílias acreanas, nasceu, então, o primeiro “Campo de Aviação” do Acre, onde passaram a pousar os aviões da Panair, da Cruzeiro e do Correio Aéreo Nacional (CAN). Era o início da história da aviação no Acre. Em pouco tempo, João Donato Filho se tornaria o primeiro piloto acreano, razão pela qual batiza um dos helicópteros do estado na atualidade.

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