Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    EUA procuraram a China para iniciar negociações tarifárias, diz mídia estatal chinesa

    Por g1

    Os Estados Unidos procuraram a China para negociar as tarifas de 145% impostas pelo presidente Donald Trump, informou uma conta de mídia social ligada à mídia estatal chinesa, sinalizando uma possível abertura de Pequim às negociações.

    “Os EUA entraram em contato proativamente com a China por meio de vários canais, na esperança de manter discussões sobre a questão tarifária”, disse o veículo Yuyuan Tantian em uma publicação em sua conta oficial na rede social Weibo, citando fontes anônimas.

    Autoridades dos EUA, como o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, também esperam progresso no alívio das tensões comerciais.

    Hassett disse à CNBC que houve “discussões vagas entre ambos os governos” sobre as tarifas e que a redução dos impostos da China sobre alguns produtos dos EUA na semana passada foi um sinal de progresso.

    Pequim sempre demonstrou indignação com as tarifas, que considera uma intimidação por parte dos EUA e incapazes de deter a ascensão de sua economia. A China mobilizou a condenação pública e global das restrições às importações, sem mostrar interesse em uma trégua.

    Além de usar sua máquina de propaganda para reagir às taxas, a China criou discretamente uma lista de produtos dos EUA que serão isentos de suas tarifas retaliatórias de 125%, incluindo produtos farmacêuticos, microchips e motores a jato, informou a Reuters.

    Bessent não mencionou nenhuma conversa específica durante uma entrevista à Fox Business Network, mas disse que as altas tarifas de 145% dos EUA e 125% da China precisavam ser reduzidas para que as negociações começassem.

    “Estou confiante de que os chineses vão querer chegar a um acordo. E, como eu disse, este será um processo de várias etapas”, disse Bessent. “Primeiro, precisamos reduzir a tensão e, com o tempo, começaremos a nos concentrar em um acordo comercial mais amplo.”

    Ele afirmou que uma das primeiras medidas seria revisitar a falha da China em cumprir os compromissos de compra de produtos dos EUA como parte do acordo comercial de “Fase 1” de Trump, em 2020, que encerrou a guerra comercial do primeiro mandato do republicano.

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