Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Arcebispo de Brasília visita área de invasão 4 semanas após conclave

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    Quatro semanas após participar do conclave que escolheu o novo papa da Igreja Católica, o arcebispo de Brasília, Dom Paulo  Cezar Costa, visitou, nesta quarta-feira (4/6), uma área no Setor de Inflamáveis (SIN), onde, houve a retirada de 46 famílias que viviam em ocupações irregulares. “As pessoas têm o direito de ter suas casas para morar”, disse o religioso.

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    No local, o o arcebispo conversou com moradores, que estão, aos poucos, voltando a reerguer barracos na região, considerada de alto risco justamente por ficar em uma área com muito material inflamável. A ação da Secretaria DF Legal, ocorrida há exatamente um mês, foi conturbada e houve resistência por parte das pessoas que viviam ali.

    Dom Paulo Cezar disse que visitou o local na intenção de iniciar um diálogo com os moradores, bem como autoridades responsáveis pela remoção. “Não é justo o que fizeram”, disse o número 1 da Arquidiocese de Brasília. O religioso confirmou que vai tentar agenda com o governador Ibaneis Rocha (MDB) e o secretário de governo, José Humberto. “A igreja já está dando alguma assistência, pretendemos continuar”, detalhou.

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    Religioso esteve no Setor de Inflamáveis nesta quarta-feira

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    No local, Dom Paulo Cezar disse que pretende iniciar diálogo com a comunidade e o GDF

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    O arcebispo defende o direito à moradia digna para todas as 46 famílias que foram retiradas do local

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    Dom Paulo Cezar conversa com moradores da invasão

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    Ele andou por 40 minutos e terminou o encontro com uma oração

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    Setor de Inflamáveis

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    Invasão no Setor de Inflamáveis

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    Em conversa com os líderes do local, o cardeal afirmou “que não é justo o que fizeram” com as famílias que residem naquela região. “A remoção de comunidades não pode ser feita assim, o destruição de comunidades não pode ser feita assim, sem deixar as pessoas sem nada. É questão de justiça, é questão de vida. As pessoas têm o direito de ter suas casas para morar”, exclamou.

    “Quando tomei conhecimento, entrei em contato imediatamente com o Padre Paulinho [pároco da Paróquia São José, no Lucio Costa] para saber o que estava acontecendo e quis vir aqui, me solidarizar, ajudar a fazer com que essa comunidade tenha dignidade, tenham um espaço para viver. Isso é questão de justiça”, disse o arcebispo.

    Dom Paulo Cezar andou de ponta a ponta na área onde houve as demolições e finalizou a visita após 40 minutos, com uma benção e uma oração para todos os moradores.

    Derrubadas

    No dia 5 de maio houve uma grande ação de derrubadas no Setor de Chácaras Lucio Costa (SCLC), no Setor de Inflamáveis (SIN). A operação, comandada pela Secretaria DF Legal, acabou com mais de 300 pessoas desabrigadas.

    A Subsecretaria de Proteção e Defesa Civil do Distrito Federal (Sudec) justificou a ação com o fato de o local ficar em uma área bem próxima de uma zona de armazenamento de produtos inflamáveis.

    O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) entrou com uma ação civil pública para cobrar a proteção dos direitos das crianças e dos adolescentes das famílias removidas do Setor de Chácaras Lúcio Costa (SCLC), no Setor de Inflamáveis.

    O Governo do Distrito Federal (GDF) incluirá a possível regularização do Setor de Inflamáveis no Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), segundo o secretário da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha.

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