Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Campanha quer acabar com homenagens a feminicidas em ruas de São Paulo

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    Em parceria com entidades feministas, a bancada do PSol na Câmara Municipal de São Paulo lançou, nesta segunda-feira (2/6), a campanha Feminicida Não é Herói. O objetivo é barrar homenagens em espaços públicos a homens que assassinaram mulheres.

    Entenda

    • A ação pretende coletar assinaturas on-line para uma petição que apoia o projeto de lei 483/2025. O texto propõe alteração na lei 14.454/2007 para proibir que ruas, praças e avenidas da cidade recebam nomes de homens que cometeram feminicídio.
    • A iniciativa também propõe reverter homenagens já existentes.
    • Entre as condecorações nas vias de São Paulo, estão pelo menos dois feminicidas: Moacir Piza, que matou a ex-esposa, Nenê Romano em 1923, e Peixoto Gomide, que assassinou a filha Sophia, em 1906.
    • Outros dois projetos de lei preveem a troca dos títulos das vias pelos nomes das mulheres assassinadas.

    “Vivemos uma epidemia de feminicídios no país. É preciso ampliar esse debate e combater o problema. Não podemos permitir homenagem a qualquer pessoa que tenha cometido crime contra a vida das mulheres”, afirmou Dafne Sena, da Bancada Feminista, mandato coletivo na Câmara Municipal.

    Feminicídios

    No Brasil, um feminicídio é registrado a cada seis horas, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), divulgado no ano passado. A tipificação representa o assassinato de uma mulher motivado pelo simples fato do gênero da vítima.

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    O estado de São Paulo teve um número recorde de feminicídios em 2024. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), 253 casos foram registrados ao longo do ano. Em comparação com 2023, o número cresceu cerca de 14%.

    Por motivos variados, como medo, filhos, dependência financeira e/ou emocional, muitas mulheres não conseguem acusar os próprios agressores. Para denunciar, a vítima de violência doméstica ou qualquer testemunha pode entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.

    Segundo o governo federal, o serviço funciona diariamente, durante 24 horas, inclusive aos sábados, domingos e feriados. “Em todas as plataformas, as denúncias são gratuitas, anônimas e recebem um número de protocolo para que o denunciante possa acompanhar o andamento”.

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