Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Celulares e laptop desaparecem em meio à investigação de PMs sobre 8/1

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    Dois policiais militares do Distrito Federal, que respondem junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta omissão durante o 8/1, informaram à Corte que alguns itens pessoais apreendidos não foram restituídos. O tenente Rafael Martins e o coronel Paulo José, ambos da PMDF, tiveram os pertences pessoais devolvidos pela Polícia Federal (PF), mas sentiram falta de celulares e laptops.

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    Em ofício encaminhado à PF, o STF pede que o órgão se manifeste acerca da localização dos itens. Todos são aparelhos eletrônicos que foram apreendidos durante as investigações da suposta omissão da cúpula da PMDF diante dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

    Veja quais são: 

    • Um celular Xiaomi de Paulo José, que teria sido encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), mas não foi encontrado;
    • Um laptop de Rafael Martins;
    • Um iPhone 7 de Rafael Martins, que também teria sido encaminhado pela PF à PGR, mas não foi encontrado.

    O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que investiga os PMs, pediu que a PF se manifeste em um prazo de cinco dias sobre a localização dos itens citados pelos réus.

    Moraes também pediu que a PGR se manifeste sobre o sumiço dos eletrônicos.

    Entenda por que PMs não foram denunciados com Torres e Bolsonaro

    Investigação

    A Ação Penal 2.417 trâmita na Primeira Turma do Supremo. Na denúncia, apresentada em 2024, a PGR entendeu que a PMDF tinha “informantes ou policiais infiltrados nos movimentos de insurgência popular”, inclusive nos acampamentos em frente ao Quartel-General do Exército, que municiaram os oficiais com informações frequentes e imagens, evidenciando a necessidade de ação preventiva para impedir os atos delituosos.

    Segundo a PGR, apesar de terem meios para evitar os ataques e a depredação na Praça dos Três Poderes, a cúpula da PMDF se omitiu.

    Todos os membros passaram meses presos, mas, atualmente, estão em liberdade e sob medidas cautelares. O relator do processo é o ministro Alexandre de Moraes.

    A ação está em fase final no STF, mas ainda não há data para julgamento. Na última semana, a PGR apresentou as alegações finais e manteve o entendimento inicial de que a cúpula da PMDF foi omissa em 8/1.

     

     

     

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