Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Com Lula e Trump, G7 se reúne em meio à tensão no Oriente Médio

    Por

    Calgary, Canadá — Com as presenças de Lula e de Donald Trump, o Canadá sedia, a partir do domingo (15/6), a cúpula do G7, grupo dos países mais industrializados do mundo. O encontro acontece em meio ao aumento da tensão no Oriente Médio, com os ataques entre Israel e Irã.

    A cúpula ocorrerá na cidade de Kananaskis, na província canadense de Alberta. O Brasil não faz parte oficialmente do G7, mas participará como convidado, ao lado de outros países também não membros. Entre eles, África do Sul, Austrália, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Índia e México.

    3 imagensFechar modal.1 de 3

    2 de 3

    Ricardo Stuckert / PR3 de 3

    @BrenoEsakiFoto/Metrópoles

    Lula só chegará ao Canadá na tarde da segunda-feira (16/6). A participação do petista na cúpula está prevista para o último dia, a terça-feira (17/6). O presidente brasileiro terá direito a fazer um rápido discurso em uma sessão que deve contar com a presença de Trump e de outros líderes mundiais.

    O tema principal da cúpula do G7 em 2025 será segurança energética, com ênfase em inovação e diversificação das cadeias produtivas e atração de investimentos. Lula, segundo fontes do Itamaraty, deve aproveitar sua fala para destacar a matriz energética brasileira, mais limpa que a de outros países.

    Leia também

    O petista, como a coluna na sexta-feira (13/6), também deve aproveitar o espaço para convidar os demais chefes de Estado a comparecerem à COP30, conferência do clima da ONU que acontecerá em novembro, em Belém (PA). O petista busca garantir a presença do maior número de líderes mundiais no evento.

    Lula vai se reunir com Trump?

    Lula ficará hospedado em Calgary, cidade localizada a cerca de 100 quilômetros do local da cúpula do G7. Logo que chegar, na segunda-feira, o petista participará de uma recepção, seguida de um jantar oferecido pela governadora-geral do Canadá aos líderes mundiais que participarão da cúpula do G7.

    Às margens do evento, Lula deve ter reuniões bilaterais com chefes de outros países. Uma delas será com o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, com quem o petista falou por telefone na quarta-feira (12/6). Na ligação, o chefe do Planalto confirmou sua participação na cúpula do G7.

    Não há, por ora, previsão de uma reunião bilateral entre Lula e Trump, como noticiou a coluna. O presidente brasileiro, inclusive, foi aconselhado por assessores a evitar personalizar críticas no chefe da Casa Branca durante seu discurso na cúpula do G7, o que não deve impedir recados indiretos.

    Esse será o terceiro ano consecutivo que Lula participa da cúpula do G7, embora o Brasil não faça oficialmente parte do grupo. Em 2024, o petista compareceu ao encontro do G7 em em L’Áquila, na Itália. Em 2023, o chefe do Palácio do Planalto participou da cúpula em Hiroshima, no Japão.

    Colaborou Maria Eduarda Portela

    Sair da versão mobile