Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Como Bob do Caju comandava o crime e movimentava milhões para o TCP

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A prisão de Luiz Alberto Santos de Moura, o “Bob do Caju”, realizada nesta segunda-feira (16/6), representa mais do que a queda de um traficante foragido, expõe a estrutura de um dos braços mais lucrativos e organizados da facção Terceiro Comando Puro (TCP) na cidade do Rio de Janeiro.

Com 41 anos e mais de 20 anotações criminais, Bob era considerado a principal liderança da facção no Complexo do Caju, na Zona Portuária, e articulava crimes que iam muito além do tráfico de drogas.

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A operação foi conduzida por policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), com apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), no âmbito da segunda fase da Operação Torniquete.

Bob foi localizado e preso no Parque Alegria, reduto dominado pela facção, sem oferecer resistência. Ele estava em liberdade há pouco mais de um ano, após passar quase sete anos preso. Ao todo, acumula 49 anos em penas por crimes como homicídio, tráfico, roubo majorado, organização criminosa e associação para o tráfico.

Roubo de cargas milionárias

Segundo as investigações, Bob era responsável por um esquema altamente lucrativo de roubos de cargas que saíam da Zona Portuária do Rio. A atuação envolvia o monitoramento dos caminhões que deixavam a região com mercadorias valiosas.

Quando identificados os alvos, os comparsas da facção interceptavam os veículos, rendiam os motoristas e levavam o carregamento para o Complexo do Caju ou para comunidades da Maré, também sob domínio do TCP.

A investigação revelou ainda a existência de um “consórcio” criminoso entre essas comunidades, em que Bob centralizava decisões: definia quais veículos seriam atacados, para onde as cargas seriam destinadas e como o lucro seria dividido entre os envolvidos.

Tráfico, guerra e influência

Além da atuação no roubo de cargas, Bob também tinha forte influência no tráfico de drogas da região. Seu nome aparece como um dos articuladores da guerra territorial na Rocinha em 2017, que deixou mortos, feridos e paralisou a rotina de milhares de moradores durante semanas.

A Operação Torniquete, que já resultou em mais de 535 prisões desde setembro de 2024, também bloqueou mais de R$ 70 milhões em bens e valores ligados às quadrilhas, e recuperou cargas e veículos avaliados em cerca de R$ 38 milhões.

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