Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Condenado a indenizar Boulos, Pablo Marçal recorre e fala em censura

    Por

    Os embates travados por Pablo Marçal durante a campanha eleitoral de 2024 seguem rendendo frutos na Justiça. A coluna Fábia Oliveira descobriu que um deles, com Guilherme Boulos, ganhou um novo desdobramento após a condenação do influencer e coach.

    Marçal foi processado por Boulos após declarações feitas em um podcast. Ele foi condenado a indenizar o político em R$ 30 mil. Depois da sentença, em maio deste ano, a coluna Fábia Oliveira soube que o coach apresentou um recurso de apelação à Justiça, onde afirmou que suas falas sobre o adversário eram simples críticas à sua atuação política.

    Leia também

    Detalhes do recurso

    No documento, ao qual a coluna teve acesso com exclusividade, Pablo Marçal diz que Guilherme Boulos escolheu voluntariamente se candidatar a prefeito de São Paulo e, portanto, ser objeto de críticas. O empresário alegou, ainda, que agiu dentro dos limites toleráveis de manifestação em regimes democráticos. Nada que, segundo o próprio, não se espere em um contexto de disputa política.

    6 imagensFechar modal.1 de 6

    Pablo Marçal

    Reprodução.2 de 6

    Guilherme Boulos no debate da TV Globo

    Reprodução/TV Globo3 de 6

    Pablo Marçal

    Reprodução4 de 6

    Reprodução5 de 6

    O ex-coach Pablo Marçal

    Reprodução6 de 6

    Guilherme Boulos

    DANILO M. YOSHIOKA/METRÓPOLES @danilomartinsyoshioka

    Em outro momento, Maçal diz não ter acusado ou ofendido Boulos. Segundo ele, o tom de sua fala deixaria evidente que não buscou imputar um fato falso ou promover, deliberadamente, a desinformação. O influenciador também afirmou que a decisão por sua condenação representa uma perigosa e indesejada censura às opiniões políticas.

    Partindo para outra abordagem, o empresário alegou que Boulos não comprovou que suas falas lhe geraram prejuízo à imagem, candidatura ou sua esfera íntima. Nesse sentido, então, não haveria dano moral.

    O recurso ainda não foi apreciado.

    Na última semana, o Ministério Público Eleitoral decidiu denunciar Pablo Marçal por divulgar um laudo médico falso contra Guilherme Boulos durante a eleição municipal de 2024. A denúncia, nesse caso, ainda não foi aceita. Se o for, o coach se tornará réu.

    Relembre o caso

    • Boulos processou Marçal após declarações feitas em um podcast.
    • No episódio, Pablo afirmou que Boulos “invade propriedades de terceiros, coloca famílias lá e ainda cobra aluguel”.
    • Marçal afirmou que o deputado organizava um esquema criminoso, sendo “a maior imobiliária irregular do estado de São Paulo”.
    • Marçal foi condenado a indenizar Guilherme em R$ 30 mil.
    • O juiz entendeu que o coach se limitou a dizer que cumpriu com os limites da liberdade de expressão e da crítica política.

     

    Sair da versão mobile