Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Deputadas de SP reagem a ameaça de estupro: “Não seremos silenciadas”

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    Todas as mulheres com mandato de deputadas estaduais em São Paulo foram alvo de uma ameaça de estupro no último sábado (31/5). Um e-mail, direcionado às 24 parlamentares da Assembleia Legislativa do estado (Alesp), fala em “estuprar, matar e queimar as deputadas”.

    O autor do e-mail, um homem que se identifica como “masculinista”, de menos de 30 anos, diz que enviou a mensagem com “criptografia militar”, que está no “esgoto da grande SP” e só irá ir para superfície quando for fazer os atos de terror com as deputadas da Alesp.

    A ameaça também contém mensagens de cunho racista direcionadas a deputadas negras e ameaças capacitistas contra parlamentares que lutam pelos direitos de pessoas com deficiência (PCDs).

    “O e-mail é um ataque claro ao direito de mulheres exercerem seus espaços de poder na política institucional, um espaço já tão reduzido na Alesp, onde somos 24 em 94 deputados. É também um ataque direcionado a pessoas com deficiência, a pessoas negras, a pessoas idosas, públicos já historicamente vulnerabilizados em um país como o nosso”, disse Andréa Werner (PSB), em nota.

    “Ao mesmo tempo, essa é uma situação que revela o quão urgente também se faz a adoção de políticas públicas mais eficazes sobre o uso de redes sociais e aplicativos de mensagens. Não é possível que criminosos ajam impunes no ambiente digital, ou fora dele”, acrescentou.

    Outra nota, intitulada “não seremos silenciadas”, foi publicada por todas as deputadas de forma conjunta. No comunicado, elas dizem que “casos de violência política como esse, organizados por grupos na internet, têm sido cada vez mais comuns”.

    “Parte das parlamentares da Alesp já tinha sofrido ameaças similares, porém, é a primeira vez que um ataque é direcionado a todas as mulheres da casa – o maior parlamento estadual do país”, diz a nota, que também informa que a polícia e a Presidência da Alesp foram comunicados.

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    O presidente da Alesp, André do Prado (PL), deve se reunir com as deputadas nesta terça-feira (3/6). “O presidente da Alesp se solidariza com as deputadas estaduais. Nenhuma agressão pode ser tolerada. Por determinação da presidência, as Polícias Civil e Militar foram acionadas e investigam o caso”, disse.

    A secretária da Mulher do governo de São Paulo, Valéria Bolsonaro (PL), deputada licenciada, também se pronunciou sobre o caso e disse que a ameaça foi comunicada ao secretário de Segurança Pública (SSP), Guilherme Derrite (PP), e que ele já começou a tomar medidas legais.

    “Não vou aceitar uma situação dessa”, disse. Isso além de uma forma de violência política é uma forma vil de violência psicológica para com todas as mulheres. Nós não vamos baixar a nossa cabeça”, acrescentou.

    A Secretaria de Segurança Pública disse que já fez diligências e apreendeu um computador. O caso foi registrado como ameaça, injúria racial e falsa identidade na Polícia Civil, da Alesp.

    “Nesta segunda-feira (2), foram realizadas diligências que resultaram na apreensão de um computador e um telefone celular na residência de um homem de 28 anos, que é investigado.”

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