Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Dieta imitadora do jejum: o que é, como funciona e os riscos do método

    Por

    Ficar sem comer ou beber por horas seguidas é a base do jejum intermitente. A Dieta Imitadora do Jejum (DIJ), no entanto, propõe um caminho diferente e promete os mesmos efeitos metabólicos do jejum tradicional, mas sem que a pessoa precise passar longos períodos em total abstinência alimentar.

    A DIJ é um protocolo restritivo feito por alguns dias consecutivos, com foco em redução calórica, pouco consumo de proteínas e carboidratos e predominância de gorduras boas.

    O objetivo é induzir o corpo a entrar em um estado semelhante ao do jejum (com ativação da autofagia, melhora da sensibilidade à insulina e outros benefícios metabólicos) mesmo com a ingestão de alimentos.

    Segundo o nutricionista Carlos Eduardo Haluch, professor e coordenador da faculdade Uniguaçu, no Paraná, a dieta consiste em um protocolo de cinco dias com alimentos de baixo índice glicêmico e predominância de vegetais com pouco amido, oleaginosas e azeite de oliva.

    “A proposta é simular os efeitos do jejum prolongado de forma mais segura e viável para a maioria das pessoas, sem exigir abstinência completa de alimentos”, explica o professor.

    A nutricionista Vanessa Costa, que atua em São Paulo, acrescenta que a alimentação durante o protocolo é desenhada para que o corpo “entenda” que está em jejum, mesmo não estando de fato. “A gente reduz calorias por um curto período, com uma alimentação que ativa processos celulares como a autofagia, mas com o mínimo de restrição possível”, esclarece.

    Quando a dieta é indicada?

    A DIJ tem sido usada como estratégia para quem busca um “reset” metabólico ou quer iniciar um processo de emagrecimento sem adotar jejuns absolutos. Pode ser útil, também, para pessoas que não se adaptam bem ao jejum intermitente tradicional ou têm histórico de compulsão alimentar.

    “Costumo indicar a DIJ para quem quer melhorar marcadores inflamatórios ou iniciar uma reeducação alimentar sem impacto comportamental tão alto”, diz Vanessa. Por outro lado, ela não recomenda o protocolo para adolescentes, atletas em treinos intensos ou pessoas com grandes demandas energéticas.

    Leia também

    Benefícios da dieta

    Diversos estudos associam a Dieta Imitadora do Jejum à redução de gordura visceral, melhora de indicadores como glicemia e colesterol e até regeneração celular em alguns contextos. Haluch explica que a dieta ajuda na reeducação do apetite, não causa compulsão e favorece um ambiente metabólico mais eficiente.

    “Ela promove benefícios como melhora da pressão arterial, redução de inflamação e, em alguns estudos, foi associada até à redução da idade biológica e à melhora da saúde imunológica”, destaca.

    Os efeitos incluem ainda melhora na sensibilidade à insulina, estímulo à queima de gordura e proteção cardiovascular. “A dieta dá um descanso ao sistema digestivo sem comprometer a ingestão de nutrientes essenciais”, afirma Vanessa. Além disso, segundo ela, o protocolo ajuda a reduzir os picos de fome e melhora a relação com a comida.

    Riscos e contraindicações

    Apesar de parecer mais leve que o jejum absoluto, a DIJ exige cuidados. A redução calórica por dias seguidos pode provocar efeitos colaterais como dor de cabeça, fadiga ou irritabilidade, especialmente nos primeiros ciclos.

    Haluch ressalta que a dieta não deve ser adotada por idosos frágeis, gestantes, lactantes, pessoas com baixo peso, histórico de distúrbios alimentares ou doenças crônicas descompensadas. “Como toda intervenção mais restritiva, ela precisa ser ajustada ao contexto clínico de cada pessoa”, alerta.

    Vanessa lembra que, embora pareça segura por permitir alimentação durante o processo, a DIJ não é genérica. “Ela pode ser arriscada para quem tem hipoglicemia frequente ou toma certos medicamentos. Precisa ser feita com orientação adequada”, afirma.

    Mesmo parecendo simples, toda dieta deve ser feita com orientação profissional. “O sucesso depende do planejamento e do acompanhamento. Um profissional qualificado avalia se a pessoa está apta, orienta o cardápio, interpreta os resultados e planeja o número ideal de ciclos, de acordo com o objetivo”, conclui Haluch.

    Siga a editoria de Saúde e Ciência no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!

    Sair da versão mobile