Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Dólar cai com chance de corte de juro nos EUA, apesar do Oriente Médio

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    O pano de fundo que agitou os mercados de câmbio e ações nesta segunda-feira (23/6) foi a escalada do conflito no Oriente Médio que, além de Israel e do Irã, passou a envolver os Estados Unidos, desde o sábado (21/6). Mas, ao final do pregão, o dólar registrou queda de 0,40% frente ao real, cotado a R$ 5,50. O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), também fechou em baixa, com recuo de 0,41%, aos 136.550 pontos.

    No fim de semana, havia grande expectativa sobre como os mercados iriam absorver o ataque dos EUA contra as instalações nucleares de Fordow, Natanz e Esfahan, no Irã, no sábado. Isso além da reação dos iranianos, que, como represália, bombardearam nesta segunda-feira bases americanas no Catar no Iraque. A previsão era de alta volatilidade, associada a uma disparada no preço internacional do petróleo.

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    Não foi isso que se observou. “O mercado iniciou a semana em modo defensivo, ainda repercutindo o ataque dos Estados Unidos ao Irã”, diz Alexandro Nishimura, diretor da Nomos. “Como o evento aconteceu durante o fim de semana, os investidores tiveram tempo para assimilar seus efeitos. A abertura dos índices futuros, na noite de domingo, já indicava uma reação contida. Curiosamente, o petróleo acelerou a queda após o Irã retaliar com ataques a bases americanas no Catar.”

    Para Nishimura, o movimento de baixa da commodity foi à primeira vista “contraditório”. “Uma das leituras para esse ‘contrassenso’ é que a ofensiva iraniana no Catar pode pressionar os EUA a entrar de forma ainda mais direta no conflito, o que, paradoxalmente, poderia acelerar seu desfecho”, afirma.

    Banco Central

    Apesar das tensões geopolíticas, diz o analista, foram os fatores domésticos que pesaram mais sobre a queda do Ibovespa nesta segunda-feira. “A percepção de que o Banco Central manterá os juros elevados por mais tempo, aliada aos ruídos fiscais e à queda nas ações de bancos e da Petrobras, pressionaram o principal índice da Bolsa brasileira”, diz.

    “Já o dólar teve um pregão volátil, mas encerrou em queda”, acrescenta Nishimura. Ele observa: “A valorização do real foi sustentada pelo fluxo cambial favorável, pelo diferencial de juros (juros mais altos no Brasil atraem investidores) após a Selic subir para 15% e pelo aumento da percepção de risco nos países desenvolvidos”.

    Preço do petróleo

    No caso do petróleo, os contratos futuros caíram perto de 7% nesta segunda-feira. O preço começou a desabar depois que o Irã disparou mísseis contra bases militares americanas no Catar e no Iraque. Os investidores avaliaram que as ações foram limitadas, não comprometendo alvos ligados à commodity.

    Corte de juros nos EUA

    Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, os mercados também foram influenciados por comentários da diretora do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Michelle Bowman. “Ela indicou que o momento para cortes na taxa de juros pode estar se aproximando rapidamente”, diz. “Ela sugeriu um corte já na próxima reunião de julho, caso as pressões inflacionárias permanecessem contidas.”

    A economista observa que as declarações mais flexíveis da autoridade do Fed provocaram queda nos rendimentos dos Treasuries, os títulos da dívida americana, e uma desvalorização de 0,21% no índice do dólar em relação a uma cesta de moedas (DXY). “Isso demonstrando como as expectativas de política monetária podem preponderar sobre as preocupações geopolíticas, quando o risco de uma disrupção econômica direta diminui”, diz.

    “No cenário doméstico, o Banco Central anunciou um leilão de até 9,5 mil contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de julho de 2025”, acrescenta Paula. “Uma medida que reflete a vigilância da autoridade monetária para gerenciar a liquidez e a volatilidade cambial.”

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