Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Doméstica é resgatada após 22 anos em condição análoga à escravidão

    Por

    Uma mulher de 34 anos em condição análoga à escravidão foi resgatada, nessa quinta-feira (5/6), no bairro Ponta Negra, em Manaus (AM), após viver 22 anos como empregada doméstica sem salário fixo, sem carteira assinada, sem direito à educação e submetida a jornadas exaustivas.

    Ela começou a trabalhar aos 12 anos, com a promessa de que cuidaria de uma idosa, seria bem tratada e teria a oportunidade de estudar.

    Com o passar do tempo, no entanto, passou a prestar serviços a diferentes membros da mesma família, sem os direitos garantidos por lei, recebendo como “pagamento” apenas moradia, alimentação e, raramente, valores considerados irrisórios e pagos de forma esporádicas.

    A situação foi identificada por uma força-tarefa coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), após investigações iniciadas no último dia 27 de maio. A ação contou com o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Polícia Federal (PF) e da Defensoria Pública da União (DPU).

    Vítima vivia em condições precárias

    A vítima vivia em um quarto sem ventilação adequada, sem guarda-roupa e em condições precárias. Em depoimento, relatou que chegou a trabalhar descalça e, em determinados períodos, sequer tinha acesso a produtos de higiene pessoal, como xampu.

    Segundo informações do MTE, a vítima nunca havia frequentado a escola e realizava diversas tarefas domésticas em uma residência de grande porte. Além disso, também atuava na produção de doces comercializados pelo empregador em diferentes pontos da cidade.

    Leia também

    Durante os 22 anos de serviço, recebeu apenas pagamentos esporádicos e valores considerados irrisórios, sob o argumento de que “fazia parte da família”. Apesar da relação prolongada, nunca teve vínculo formal reconhecido.

    Após o resgate, a trabalhadora recebeu atendimento psicossocial da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (SEJUSC) e foi reintegrada à sua família biológica.

    Como denunciar

    Casos de trabalho em condições análogas à escravidão podem ser denunciados, de forma anônima e segura, por meio do Sistema Ipê.

    Sair da versão mobile