Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em menos de 5 anos, três traficantes da cúpula do CV se mataram; veja

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    As circunstâncias envolvendo a morte de um dos líderes da alta cúpula do Comando Vermelho, o traficante Fhillip da Silva Gregório, o Professor, estão sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) desde a noite desse domingo (1º/5). A tese que mais ganhou forças nas últimas horas é a de que o Professor tenha tirado a própria vida. Segundo uma mulher que estava no local da morte, e que se apresentou afirmando ter uma relação extraconjugal com o faccionado, o criminoso teria, de fato, cometido suicídio.

    Fontes policiais ouvidas pela coluna juntam as peças para fechar o quebra-cabeças que elucidará a morte. Porém, até então, não há indícios de um possível executor no momento do disparo, feito com a pistola automática que Professor costumava carregar. Outros dois chefões do CV se mataram quando já se encontravam encarcerados e sem qualquer possibilidade de ganhar a liberdade sem cumprir, ao menos, 30 anos de cadeia em regime fechado.

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    Em setembro de 2020, o traficante Elias Pereira da Silva, 54 anos, mais conhecido como Elias Maluco, morreu enforcado. A informação que consta no atestado de óbito de um dos líderes mais sanguinários que o CV já teve é a que a morte se deu “em decorrência de asfixia mecânica, enforcamento e compressão do pescoço”. O corpo do faccionado foi encontrado dentro da própria cela na Penitenciária Federal de Catanduvas, na região oeste do Paraná, onde ele já cumpria pena havia  13 anos.

    Cartas de despedida

    Na época, a investigação classificou o caso como “suicídio clássico”. Na cela do chefão do CV, os agentes encontraram cartas deixadas para a família. A investigação também analisou as imagens das câmeras de segurança.

    Nas cartas, Elias Maluco não relatou o motivo do ato. Ele disse, basicamente, que não tinha mais vontade de viver e pediu perdão à família, dizendo que não era um ato de covardia, mas, sim, de coragem e que se sentia pronto para aquilo. O criminoso não relatou nada sobre ameaça ou possível motivação.

    No mesmo ano, mas em abril, o traficante Paulo Rogério de Souza Paz, conhecido como Mica, foi encontrado morto na cela em que cumpria pena na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O criminoso foi achado por um policial penal no horário que seria servido o café da manhã na unidade. Mica se suicidou com um lençol.

    O enterro de Mica, que era um dos chefes do tráfico no Complexo da Penha, na zona norte do Rio, ocorreu na capital fluminense, onde a família morava. Mica estava preso desde fevereiro de 2012, quando foi capturado pela Polícia Civil do Rio em Maricá, na região metropolitana do RJ. Ele pretendia passar o Carnaval em uma casa com vista para o mar, alugada por R$ 8 mil. Na época, Mica tinha oito mandados de prisão em aberto. Ele era um dos criminosos mais procurados do estado.

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