Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Em Paris, Lula critica ONU e chama guerra em Gaza de genocídio

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    Paris — Em declaração à imprensa ao lado do presidente francês, Emmanuel Macron, nesta quinta-feira (5/6) em Paris, o presidente Lula criticou o que chamou de “enfraquecimento” do Conselho de Segurança da ONU.

    Lula disse lamentar que a Organização das Nações Unidas tenha completado 80 anos padecendo de um “grave déficit de legitimidade e eficácia” e que esteja “enfraquecida”. Segundo ele, as guerras em andamento pelo mundo demonstram isso.

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    Lula e Macron em visita de Lula a Paris

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    Lula e Macron na França

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    Lula e Macron durante visita do presidente francês ao Rio

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    Lula e o presidente francês Emmanuel Macron

    Ricardo Stuckert / PR

    “As Nações Unidas completam 80 anos padecendo de grave déficit de legitimidade e eficácia. As guerras da Ucrânia, em Gaza, a situação no Haiti e tantas outras crises esquecidas demonstram que a reforma do Conselho de Segurança da ONU é inadiável”, disse Lula.

    O presidente brasileiro ainda defendeu o que chamou de “reforma” do Conselho de Segurança, ao comentar a recente escalada no conflito entre Ucrânia e Rússia e a resistência do presidente russo, Vladimir Putin, em aceitar um acordo de paz.

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    “Lamentavelmente, a ONU está enfraquecida politicamente. E a ONU tem pouco poder de dar opinião sobre a guerra — não apenas essa (entre Ucrânia e Rússia), mas qualquer outra guerra que aconteça no mundo — e isso é lamentável. É por isso que o Brasil tem brigado há muitos anos pelo fortalecimento da representação do Conselho de Segurança da ONU”, declarou o petista.

    Lula defende a Palestina

    Além do conflito em território europeu, Lula voltou a cobrar uma posição mundial diante do que chamou de “genocídio” do povo palestino na Faixa de Gaza, durante o conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas.

    Lula lembrou da defesa que o presidente da França, Emmanuel Macron, fez do reconhecimento da Palestina como Estado soberano, como “um dever moral”, e cobrou responsabilidade dos governantes pelas mortes em Gaza.

    “É importante que as potências mundiais deem logo um basta nisso. Não pode a ONU ficar dizendo que quer um cessar-fogo e não se respeitar um cessar-fogo. Estamos vendo um genocídio na nossa cara todo dia. Ontem, acho que morreram 95 pessoas, todos inocentes e todos civis. Não tinha nenhum chefe do Hamas”, afirmou Lula.

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