Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “Estava banguela”: Lobão volta a falar de Raul Seixas em show

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    O cantor Lobão se apresentou no ShowTime em São José dos Campos (SP) na última quinta-feira (5/6), com seu espetáculo acústico Luau Indoor, onde releu sucessos da carreira e falou abertamente sobre a indústria musical e a recente polêmica envolvendo Raul Seixas.

    No evento, em uma entrevista concedida ao colunista Marcos Bulques, o cantor criticou a forma como o público espera que os artistas toquem exatamente o que pedem e voltou a comentar o estado do ícone do rock brasileiro.

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    Falou sobre polêmica com Raul Seixas

    Questionado sobre arrependimentos pelas declarações que geraram polêmica, Lobão negou: “Muito pelo contrário! Fomos fazer um show lá em Salvador, na casa do Raul, e as pessoas que começaram a gritar ‘Toca Raul’ para cinco mil pessoas na Concha [casa de shows] foram expulsas pelo público com vaias.”

    O cantor afirmou ainda que sua fala sobre Raul Seixas foi, na verdade, uma forma de defesa: “As pessoas não entenderam que eu estava defendendo o Raul. Porque o Raul, enquanto estava vivo, estava banguela, estava pedindo dinheiro. As pessoas disseram que eu estava desrespeitando o Raul. Não! Eu estava falando uma realidade”, afirmou Lobão, reforçando sua posição mesmo diante das críticas.

    Ele também desabafou sobre a pressão que sofre para tocar determinadas músicas: “’Toca’. Toca, não! É uma coisa escravocrata. O artista tem que dar o que você tem. Tem que haver uma reeducação, nós não somos vitrola […] a gente faz com o maior amor, com o maior carinho.”

    Respondeu sobre a indústria sertaneja

    Questionado sobre o cenário da música sertaneja e a indústria bilionária que a sustenta, Lobão disse que se afastou desse ambiente desde os anos 1990.

    “Eu nunca percebi isso porque o meu público é meu público, eu saí disso em 1990, antes do sertanejo [estourar]. Eu não quero isso para mim, eu me desconstruí, fui para a música independente em 1995, antes disso acontecer. Eu não estou nem aí para isso.” Para ele, ter um público grande exige “fazer a coisa mais imbecil”, enquanto ele prefere uma audiência menor, que lhe dê mais liberdade artística.

    Ao falar sobre sua trajetória, Lobão refletiu sobre os desafios e conquistas da vida: “Eu estou pronto para o melhor, eu acho que tudo que aconteceu na minha vida, fez essa pessoa que sou eu agora, que sou muito grato. Não sou um sobrevivente, sou um homem que prospera, eu estou aqui prosperando, a cada dia estou melhor porque eu me exijo muito, eu trabalho muito e amo meu trabalho.”

    Relembre a polêmica

    Durante um show solo em São Bernardo do Campo em abril desse ano, Lobão interrompeu a apresentação após o público pedir a música de Raul Seixas com o tradicional grito “Toca Raul”, criticando essa prática como uma falta de respeito. Para ele, esse pedido transmite a mensagem de que o show é ruim e que querem algo “mais interessante”.

    Em vídeo nas redes sociais, Lobão explicou que o problema não é a homenagem a Raul ou a outros artistas, mas a interrupção abrupta que desrespeita o trabalho do músico no palco. Ele defendeu que esse tipo de atitude prejudica qualquer artista durante o show.

    Recentemente, em entrevista à revista Veja, Lobão comentou sobre a situação financeira difícil que Raul Seixas enfrentou antes de falecer, mencionando que o cantor “estava cheirando éter” e “ninguém se lembrava mais dele”.

    A filha de Raul, Vivi Seixas, rebateu as declarações, ressaltando que o pai sempre viveu confortavelmente com seus direitos autorais e fez diversos shows mesmo em momentos delicados da vida. Ela também manifestou decepção com a falta de sensibilidade de Lobão, lembrando que ele falava de um pai, marido e ídolo.

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