Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Justiça torna 36 denunciados em réus por produção de cigarros falsos no RJ

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    A Justiça Federal no Rio de Janeiro aceitou denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) ontra 36 pessoas no âmbito da operação Libertatis, que investiga uma organização criminosa suspeita de tráfico de pessoas e produção ilegal de cigarros no Rio de Janeiro.

    Os denunciados agora viraram réus e responderão pelos crimes de organização criminosa, tráfico de pessoas, redução à condição análoga à de escravo, contrabando, falsificação de documentos, uso de substâncias nocivas à saúde pública, crimes contra as relações de consumo, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

    Dentre os acusados está o bicheiro Adilsinho, que está foragido.

    A investigação começou a partir de uma denúncia sobre uso de mão de obra escrava em fábricas de cigarro clandestinas e é conduzida pela Unidade Nacional de Enfrentamento ao Tráfico Internacional de Pessoas e ao Contrabando de Migrantes (UNTC) em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF.

    Segundo o órgão, todos os denunciados estavam envolvidos de alguma forma com um esquema de produção e venda de cigarros falsificados em municípios do Rio de Janeiro. Nas três fábricas mantidas pelo grupo, em cidades diferentes, foram encontrados 49 trabalhadores paraguaios vítimas de tráfico de pessoas.

    A apuração até agora aponta que o grupo operava nas cidades de Duque de Caixas, na Baixada Fluminense, e de Paty de Alferes, na região serrana do estado e aponta que todos os trabalhadores estavam submetidos a condições degradantes, como jornadas exaustivas e restrição da liberdade de locomoção, e se encontravam em situação similar à de trabalho escravo.

    Os cigarros eram distribuídos sobretudo na Baixada Fluminense a preços abaixo dos praticados no mercado, o que garantia o monopólio. Além disso, a organização atuava como milícia e impunha a distribuição do produto a comerciantes por meio de dominação armada de territórios.

    De acordo com a denúncia, os paraguaios eram especializados na produção de cigarros e foram trazidos do Paraguai para o Brasil mediantes fraudes, falas promessas de emprego e ameaças, o que caracteriza o crime de tráfico de pessoas.

    A denúncia também destrincha como a organização funcionava por meio de núcleos, que se dividiam entre os líderes do esquema, aqueles que se dedicavam à lavagem de dinheiro, os gerentes das fábricas, fornecedores de bens, comerciantes e um traficante de pessoas responsável por aliciar os paraguaios.

    O grupo também usava empresas de fachada vinculadas aos integrantes. Segundo o MPF, somente uma dessas empresas teria movimentado R$ 70 milhões no período de 10 meses, em 2020. Muitas das transações também envolviam dinheiro em espécie.

    As investigações revelaram ainda a cooptação de agentes públicos, responsáveis por garantir a segurança privada dos envolvidos. Para o MPG, o grupo teria perfil armado e transnacional, já que os produtos foram destinados, em grande parte, para fora do Brasil.

    Ainda segundo a investigação, os produtos produzidos nas fábricas clandestinas não seguiam padrões de composição, regras sanitárias, dentre outros regulamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nesse sentido, explica o órgão, os cigarros seriam ainda mais nocivos à saúde do consumidor.

    O recebimento da denúncia é mais um passo da operação Libertatis que, no final de março, prendeu 12 pessoas. Como mostrou a coluna na época, dentre elas estava Luis Verdini, apontado como nº 2 do bicheiro Adilsinho no esquema.

    Segundo as apurações, ele era um “braço direito” de Adilsinho, atuando como assessor e sendo uma espécie de ponte entre o bicheiro e os negócios no Brasil.

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