Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Maioria dos pós-graduados do Brasil veio da rede pública, aponta IBGE

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    Em um cenário onde a rede privada domina as matrículas no ensino superior, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgados com dados do IBGE, revelam um fato curioso: a maior parte das pessoas que chegaram à pós-graduação no Brasil vieram da rede pública de ensino.

    Conforme a pesquisa, 59,3% das pessoas que já cursaram especialização, mestrado ou doutorado no país estudaram exclusivamente em escolas públicas durante o ensino médio.

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    A proporção é ainda maior ao olhar para todos que passaram pelo ensino superior, mesmo que não tenham concluído a graduação: nesse grupo, 72,6% também vieram da rede pública.

    Esses números indicam que, apesar das desigualdades estruturais e das dificuldades enfrentadas no sistema educacional, a escola pública continua sendo a principal via de acesso à educação superior no país, inclusive aos níveis mais altos de formação.

    Rede pública na base, privada no topo

    A presença dominante da rede pública na formação básica contrasta com a predominância da rede privada nos níveis superiores.

    Em 2024, 74,1% dos estudantes de graduação estavam em instituições privadas, segundo a mesma pesquisa. No caso da pós-graduação (especialização, mestrado ou doutorado), a concentração na rede privada foi ainda maior: 74,6% das matrículas.

    Tal descompasso revela um dos principais empecilhos do sistema: embora a rede pública consiga formar estudantes para acessar a universidade, muitos acabam recorrendo à rede privada no ensino superior, muitas vezes por meio de bolsas, financiamentos ou programas como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

    Ainda assim, os dados reforçam a resiliência dos estudantes oriundos da escola pública, que mesmo com menos infraestrutura e apoio, seguem alcançando graus elevados de escolarização.

    Educação como motor de mobilidade

    A pesquisa do IBGE ainda evidencia que a média de anos de estudo da população de 25 anos ou mais chegou a 10,1 anos em 2024, a maior da série histórica. Apesar dos avanços, desigualdades de cor, raça e gênero ainda marcam o sistema educacional.

    Entre as pessoas brancas, por exemplo, a média foi de 11 anos de estudo, enquanto pretos ou pardos chegaram a 9,4 anos. Já entre os sexos, as mulheres seguem à frente, com média de 10,3 anos, frente a 9,9 anos dos homens.

    Diante desse cenário, a origem pública da maioria dos pós-graduados ganha ainda mais relevância: mostra que, mesmo com desigualdades históricas, a escola pública desempenha papel central na democratização do acesso ao conhecimento no Brasil.

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