Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Mendonça diz que não cabe às redes analisarem sobre casos complexos

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    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça afirmou que não cabe às plataformas digitais a análise de casos complexos nas redes sociais, sob o risco de esvaziar a relevância do Poder Judiciário.

    Acompanhe:

    O magistrado retomou o voto dele sobre o julgamento da responsabilidade das redes sociais por conteúdos ilícitos postados pelos usuários, como discursos de ódio, desinformação, incitação à violência e crimes contra crianças. Na avaliação dele, a definição sobre situações mais complexas deve caber exclusivamente à Justiça.

    “Trata-se de um direito fundamental que, como visto, é condição de possibilidade do próprio regime democrático e do Estado Democrático de Direito, tal como o conhecemos. Foi precisamente para sua defesa que se promoveram revoluções, reformas e reconstruções de paradigmas sociais de toda ordem, desde sempre”, afirmou Mendonça.

    O ministro acrescentou: “Como conclusão desse específico argumento, permito-me consignar a posição pessoal segundo a qual, à luz de tais elementos, a transferência ao algoritmo da missão de decidir os casos complexos, objeto de dúvida após análise preliminar, culmina por esvaziar a relevância do próprio Poder Judiciário, enquanto legítimo guardião dos direitos fundamentais”.

    Problema com o computador

    O computador do ministro travou durante o julgamento, gerando risadas e brincadeiras entre os colegas. Na ocasião, ele argumentava sobre o papel das plataformas como “guardiãs” das redes — ressaltando que sua atuação não deveria se restringir à relação entre indivíduo e Estado —, quando foi interrompido pela falha técnica que o impediu de continuar a leitura.

    “Equipamento aqui falhou”, disse Mendonça. Dino, então, reagiu em tom bem-humorado: “É um colapso, né? Por isso tem que ter responsabilização… Acho que dá danos morais”, brincou.

    Na sequência, Mendonça respondeu: “Tem que ter mais reserva”, em referência ao documento impresso com seu voto ao lado, na mesa. O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, também entrou na brincadeira: “Qual plataforma você está usando?”, perguntou, rindo.

    Mendonça respondeu que não usava nenhuma plataforma: “É um leitor de texto. Mas, por via das dúvidas, há um material impresso. É porque, no impresso, eu não fiz tantos recortes, por isso sigo por aqui”, explicou, antes de retomar seu voto.

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