Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Miguel Falabella celebra temporada no teatro: “Vou morrer no palco”

Por

Entusiasta do teatro, o ator Miguel Falabella está em cartaz em São Paulo com a obra Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum. Espetáculo único e que mistura comédia com musical, a obra é inspirada nas obras do dramaturgo romano Plauto (254–184 a.C.) e baseada no musical da Broadway de mesmo nome.

Em entrevista ao Metrópoles, Miguel Falabella explicou detalhes da produção, que foi inspirada em textos escritos antes de Cristo. O ator também abordou temas sobre como o teatro e os musicais marcaram a carreira dele, além do momento de retomada do teatro.

A peça é uma comédia inspirada nos escritos de Plauto, o mais importante comediógrafo latino da antiga Roma. Com obras escritas por volta de 200 antes de Cristo, as escritas dele foram montadas na Broadway com músicas de Stephen Sondheim, o grande gênio do teatro musical norte americano.

A produção é considerada uma das maiores comédias da Broadway e figura entre os 100 melhores espetáculos do gênero, segundo a revista britânica Whats On Stage.

4 imagensFechar modal.1 de 4

Miguel Falabella

Caio Galucci/Divulgação2 de 4

Miguel Falabella em Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum

Caio Galucci3 de 4

Miguel Falabella em Uma Coisa Engraçada Aconteceu a Caminho do Fórum

Caio Galucci4 de 4

Miguel Falabella, que reuniu um elenco de amigos para celebrar seus 25 anos dedicados ao teatro musical.

Foto de Caio Galucci

Montagem brasileira

Para o ator, Plauto é um nome fundamental na história do teatro. Mesmo com textos escritos há mais de mil anos, suas tramas seguem atuais e ainda arrancam risadas do público.

Já na montagem brasileira, ele conta que foi necessário adaptar alguns elementos para criar uma conexão mais direta com a plateia. Segundo o ator, manter os textos “absolutamente preservados” dificultaria o alcance da mensagem.

“Então, com propriedade, eu acho sempre necessário colocar um pouco aqui, outro ali, uma brincadeira que aproxime a plateia daquele espetáculo. E resulta muito. A plateia ri muito”, pontuou Miguel.

Após uma temporada em São Paulo, o espetáculo desembarca em Brasília para uma curta temporada entre os dias 20 e 29 de junho.

Leia também

Amor pelo teatro

Com uma trajetória profundamente ligada ao teatro, Miguel avalia que a arte cênica vive um momento de retomada. Ele celebra o fato de o teatro ter resistido aos períodos mais críticos e se reinventado ao longo do tempo. “O teatro, misteriosamente, se mantém. Ele se renova. Quando parece estar morrendo, ele renasce”, destaca o ator.

Miguel também reforça a importância do teatro no cenário artístico brasileiro, descrevendo-o como um “espelho da civilização”. Para ele, o palco é um espaço onde a diversidade é acolhida e essencial tanto para a formação de jovens atores quanto para o desenvolvimento de profissionais experientes.

Miguel destaca que o teatro sempre foi essencial em sua vida e um espaço que continua abrindo portas, especialmente para atores mais velhos.

“O teatro sempre estará lá, sempre vai ver você. Você envelhece e o teatro tem grandes papéis para pessoas mais velhas. Quando você perde o charme da juventude, o teatro está lá, te oferecendo grandes personagens”, afirma.

Ele conta que o teatro foi seu ponto de partida e também seu caminho ao longo de toda a carreira. Começou nos anos 1970, como aluno de Maria Clara Machado, e seguiu colocando em prática tudo o que aprendeu nos palcos da década seguinte. “Eu vou morrer fazendo teatro e vou morrer no palco, se Deus quiser”, diz o ator.

Sair da versão mobile