Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Morre médico envolvido em escândalo de tráfico de órgãos dos anos 80

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    O urologista Rui Noronha Sacramento, um dos três condenados em um escândalo de tráfico de órgãos revelado em 1987, morreu nesse sábado (7/6). A informação foi confirmada pela Associação Paulista de Medicina de Taubaté, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, em uma publicação no Instagram.

    Rui e mais dois médicos, Pedro Henrique Torrecillas e Mariano Fiore Júnior, foram condenados em 2011 a 17 anos de prisão pelo homicídio de quatro pacientes.

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    Em 27 de maio deste ano, o juiz Flavio de Oliveira Cesar solicitou ao Deic de Taubaté a realização de cumprimento de novos mandados de prisão em desfavor de Rui e de Mariano. O terceiro condenado, Pedro, faleceu em outubro de 2024.

    Denúncia de tráfico de órgãos

    Segundo o noticiário da época, a denúncia sobre os crimes foi realizada pelo então diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Taubaté, Roosevelt de Sá Kalume, que informou ao Conselho Regional de Medicina (CRM) de São Paulo que os acusados estariam extraindo os rins das vítimas sem a prova de morte encefálica.

    Os rins estariam sendo levados para uma clínica particular na capital paulista. Na ocasião, o escândalo ficou conhecido como Caso Kalume, em referência ao médico que fez as denúncias e morreu em janeiro deste ano.

    Um quarto médico, Antônio Aurélio de Carvalho Monteiro, também havia sido condenado pela investigação que foi concluída em 1996, mas morreu em maio de 2011, antes do julgamento, que aconteceu em outubro daquele ano.

    Como era o esquema

    Os réus integravam o corpo médico do Hospital Santa Isabel de Clínicas, onde atualmente funciona o Hospital Regional de Taubaté. A cobertura jornalística da época aponta que os médicos tinham o objetivo de criar um programa de transplante de rins na cidade e passaram a extrair os órgãos dos pacientes que se encontravam sob seus cuidados, pedindo autorização aos familiares das vítimas para o procedimento devido a um suposto quadro de morte irreversível.

    Laudos do Conselho Regional de Medicina (Cremesp) da época concluíram que pelo menos dois pacientes em coma tiveram os rins retirados e não estavam em estado de morte cerebral.

    Os crimes teriam sido cometidos entre setembro e dezembro de 1986. Reportagens da época apontam que as vítimas foram José Miguel da Silva, Alex de Lima, Irani Gobo e José Faria Carneiro, que morreram no hospital entre 16 de setembro e 22 de dezembro daquele ano.

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