Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Ocorrências em que PM matou 246 tiveram um policial morto e 10 feridos

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As ocorrências policiais que levaram à morte de 246 suspeitos na cidade de São Paulo em 2024 terminaram com um único policial militar morto e nove feridos, de acordo com levantamento realizado pelo Metrópoles com base nos processos judiciais referentes a todos os casos.

O PM que morreu é o cabo Rahoney De Paula Vieira, do Comando de Operações Especiais (COE), que foi baleado por engano por colegas de farda na Vila Andrade em 29 de março do ano passado.

Ele estava de folga, quando decidiu abordar um motorista que estaria em atitude suspeita. Nesse momento, policiais em uma viatura que passava pelo local viram a cena e começaram a atirar, achando que se tratava de um assalto. Rahoney foi alvo de sete disparos. Ele foi socorrido, mas não resistiu.

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Um levantamento inédito do Metrópoles mostra que 85 pessoas mortas pela PM em 2024 na cidade de São Paulo não portavam arma de fogo. Foram mortas 246 pessoas no ano

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A PM deu pelo menos 459 disparos para matar 85 pessoas em ocorrências em que nenhum dos suspeitos portava arma de fogo no momento em que foram baleadas. O número de tiros representa uma média de 5,4 por ocorrência

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Um dos casos de maior repercussão foi o da morte do estudante de medicina Marco Aurélio Acosta, que estava desarmado

Arquivo pessoal4 de 10

Os pais do estudante, Júlio César Navarro e Silvia Monica Cardenas, prometem ir às últimas consequências por Justiça

Artur Rodrigues/Metrópoles5 de 10

Outro caso de pessoa desarmada Gabriel Renan Soares, baleado pelas costas por um policial de folga quando tentava furtar produtos de limpeza de um mercadinho

Material cedido ao Metrópoles6 de 10

Entre os mortos também está João Victor, que implorou para não morrer durante ação da PM

Arquivo pessoal7 de 10

O colombiano Michael Stiven Ramirez Montes foi morto com 25 tiros durante um surto, em um apartamento na região da Cracolândia

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O colecionador de armas (CAC) Marcelo Berlinck Mariano Costa atirou de dentro de uma cobertura em Pinheiros (bairro nobre de SP na zona oeste) e acabou preso pela PM sem ser baleado

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O governador Tarcísio de Freitas

Pablo Jacob/Governo de SP/Divulgação10 de 10

O secretário da Segurança, Guilherme Derrite, é conhecido pela exaltação à letalidade policial, o que especialistas afirmam que pode ter pesado nas estatísticas

Reprodução/Instagram

Entre os dez PMs que ficaram feridos nas ocorrências com morte no ano passado, oito foram baleados. Um deles foi atingido no colete, mas não se machucou. Dois policiais tiveram ferimentos não provocados por armas de fogo: um caiu do telhado durante luta corporal com suspeito e outro levou uma facada.

Nas ocorrências que resultaram nas 246 mortes, os PMs efetuaram mais de 1,7 mil disparos — pelo menos 1 mil em casos em que só a polícia atirou e 459 para matar vítimas não tinham armas de fogo. As informações estão na reportagem especial “A Política da Bala”, publicada na última terça-feira (10/6).

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O levantamento mostra que o número de PMs que mataram ao menos uma pessoa no período foi 403. Entre eles, há 19 policiais militares que mataram mais de uma vítima, em uma ou mais ocorrências. Dois agentes mataram três, e um único policial tirou a vida de cinco pessoas.

Terror na Baixada

Semanas antes de ser confundido e morto na zona sul de São Paulo, o cabo Rahoney De Paula Vieira se envolveu em uma ocorrência policial, em Santos, que também resultou em morte. O policial havia sido enviado para a Baixada Santista durante a Operação Verão, que tinha o objetivo de combater o crime organizado e acabou com 66 vítimas.

Em 9 de fevereiro do ano passado, o cabo e um colega ficaram escondidos em uma área de mata no Morro do São Bento e surpreenderam Leonel Santos e Jefferson Miranda, que estavam próximos a um ponto de venda de drogas. Rahoney deu sete tiros de fuzil.

Os policiais disseram que os suspeitos teriam atirado primeiro. A versão é questionada por familiares das vítimas, que argumentam que Leonel era deficiente físico e andava de muleta.

Testemunhas ouvidas pelo Metrópoles na época disseram que os PMs ainda teriam dificultado o socorro e que, quando elas foram retiradas da cena do crime, já estavam mortas.

Nove meses depois, em novembro, o menino Ryan, de 4 anos, filho de Leonel, foi morto pela Polícia Militar a poucos metros do local em que o pai foi assassinado.

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