Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Parlamento do Irã aprova plano para romper com agência nuclear da ONU

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    Sob crescente tensão com os Estados Unidos (EUA), o Comitê de Segurança Nacional do Parlamento do Irã aprovou, nesta segunda-feira (23/6), o esboço de um projeto de lei que propõe a suspensão total da cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão de fiscalização nuclear da Organização das Nações Unidas (ONU).

    A medida, segundo o porta-voz do comitê, Ebrahim Rezaei, inclui o fim da instalação de câmeras de vigilância, da permissão para inspeções e da entrega de relatórios à AIEA.

    Entenda o esboço geral do projeto de lei

    • As ações só serão retomadas quando a segurança das instalações nucleares iranianas estiver, segundo Teerã, garantida. O plenário do Parlamento ainda precisa aprovar o projeto de lei.
    • Durante a sessão parlamentar, o presidente da Casa, Mohammad Baqer Qalibaf, reafirmou o caráter pacífico do programa nuclear do país e acusou a AIEA de agir de forma politizada.
    • Ele citou um decreto religioso do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, que proíbe o desenvolvimento de armas nucleares, e criticou o que chamou de falta de compromisso da agência internacional.
    • “O Irã não tem planos para atividades não pacíficas, mas o mundo testemunhou claramente que a AIEA se transformou em um instrumento político”, disse Qalibaf.

    Fechamento do Estreito de Ormuz

    No domingo (22/6), o Parlamento iraniano aprovou por unanimidade uma resolução para fechar o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo consumido globalmente e mais de 35% do Gás Natural Liquefeito (GNL).

    A decisão é uma retaliação direta aos ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos contra três instalações nucleares iranianas, nesse sábado (21/6).

    A resolução ainda precisa ser analisada pelo Conselho de Segurança Nacional e receber a aprovação final do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei (foto em destaque).

    “Chegamos à conclusão de que o estreito deve ser fechado”, afirmou o parlamentar Ismail Kousari, integrante do Comitê de Segurança Nacional e Política Externa.

    Segundo ele, os bombardeios norte-americanos violam a Carta da ONU e o Tratado de Não Proliferação Nuclear.

    As instalações atacadas – Fordow, Isfahan e Natanz – estavam sob monitoramento da AIEA e tinham fins civis, de acordo com o governo iraniano.

    Imagem colorida, estreito de ormuzParlamento iraniano decide fechar Estreito de Ormuz

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    Risco para o comércio global

    O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. Toda a costa norte pertence ao Irã, que controla em grande parte a hidrovia. Por ela, países como Iraque, Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Catar e Emirados Árabes Unidos exportam petróleo e GNL.

    Mais de 80% dessas exportações têm como destino países asiáticos como China, Índia, Japão e Coreia do Sul. O restante segue para a União Europeia (UE).

    “Trump vai se arrepender”, diz presidente do Parlamento

    Ainda na sessão parlamentar, Qalibaf responsabilizou diretamente os EUA pelos ataques e afirmou que a agressão será respondida.

    “Embora consideremos este ataque como resultado do fracasso estratégico do regime israelense, não o toleraremos. Daremos uma resposta que fará o apostador Trump se arrepender de ter cometido este ato de agressão contra nosso querido país”, declarou.

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