Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PF prende homem que destruiu relógio histórico durante atos de 8/1

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    A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta sexta-feira (20/6), por volta das 19h, o mecânico Antônio Cláudio Alves Ferreira, condenado a 17 anos de prisão por participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e por depredar o relógio histórico do século 17, instalado no Palácio do Planalto.

    A prisão ocorreu na cidade de Catalão (GO), em operação coordenada pelo Grupo de Capturas da PF em Uberlândia (MG), com apoio da Polícia Militar de Goiás e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (Ficco-MG).

    O mandado foi expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após ele revogar a decisão que havia colocado o condenado em liberdade no regime semiaberto. A liminar, emitida pelo juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, da Vara de Execuções Penais de Uberlândia, foi considerada ilegal por Moraes, que apontou falta de competência do magistrado para deliberar sobre o caso.

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    Segundo Moraes, apenas o STF pode decidir sobre questões processuais envolvendo réus condenados pelos ataques antidemocráticos de 2023. “O juiz proferiu decisão fora do âmbito de sua competência, não havendo qualquer decisão desta Suprema Corte que tenha lhe atribuído a competência para qualquer medida a não ser a mera emissão do atestado de pena”, afirmou o ministro.

    Além de anular a soltura, Moraes determinou que a conduta do juiz seja investigada pela autoridade policial. Ele também ressaltou que Antônio Cláudio ainda não tem direito à progressão de regime. “O réu é primário e foi condenado por crimes cometidos com violência e grave ameaça, de modo que sua transferência para o regime semiaberto só poderia ser determinada – e exclusivamente por esta Suprema Corte – quando o preso tivesse cumprido ao menos 25% da pena”, frisou.

    Durante a ação que resultou na nova prisão, os agentes também capturaram um foragido da Justiça, parente do condenado.

    Antônio Cláudio confessou, em depoimento, ter invadido o Palácio do Planalto e destruído o relógio produzido pelo relojoeiro francês Balthazar Martinot. A peça, datada do século 17, foi um presente da corte francesa ao imperador Dom João VI em 1808 e fazia parte do acervo histórico da Presidência da República.

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