Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PM ligado a deputado sacou R$ 26 mi perto da eleição, mostra Coaf

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    Dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostram como um policial militar do Pará sacou ao menos R$ 48 milhões em dinheiro vivo sob suspeita de serem utilizados para pagamento de propina e compra de votos nas eleições de 2024.

    Os R$ 48 milhões foram sacados em 15 oportunidades em duas agências do Banco do Brasil nas cidade de São Miguel do Guama e de Castanhal, no Pará. Somente entre junho e outubro de 2024, nas proximidades do período eleitoral, o policial sacou R$ 26 milhões.

    Como mostrou a coluna, a Procuradoria-Geral da República investiga a relação do deputado federal Antonio Doido (MDB-PA) com Francisco Galhardo e os saques milionários feitos por ele.

    O tenente Francisco Galhardo foi preso pela Polícia Federal em outubro de 2024, dois dias antes do 1º turno das eleições municipais, ao sacar R$ 5 milhões em Castanhal (PA).

    De acordo com a PGR, os valores têm origem em uma empresa em nome da esposa do deputado Antonio Doido.

    A PF encontrou uma série de conversas no celular do policial militar Francisco Galhardo ao prendê-lo na cidade de Castanhal (PA), dois dias antes do 1º turno das eleições municipais de 2024.

    O deputado Antonio Doido (MDB/PA)

    As conversas e os dados enviados pelo Coaf revelaram um organizado esquema de saques milionários e posterior transporte de valores que os investigadores suspeitam ser do deputado Antonio Doido.

    Em algumas delas, o próprio deputado federal Antonio Doido aparece dando ordens de valores a serem entregues ou é citado pelo PM como ordenador dos pagamentos.

    No saque de R$ 5 milhões que resultou na prisão do PM, por exemplo, há uma mensagem do deputado ordenando a entrega de R$ 380 mil para uma pessoa de nome Geremias.

    A PF descobriu que no dia do saque, Geremias falou com Francisco Galhardo por mensagem. Às 11h47 ele envia ao PM: Seu Antônio mandou pegar um dinheiro contigo em Castanhal ai. É.. que horas eu posso te encontrar em Castanhal ai?”.

    Horas depois, às 14h20, o PM manda mensagem para o deputado: “Entregar quanto para o neguinho?”. E o deputado responde: “380k”.

    Ao fazer o flagrante da apreensão dos R$ 5 milhões, a PF encontrou cerca de R$ 4,6 milhões com um homem dentro da agência do banco. Outros R$ 380 mil, valor citado na mensagem de Antonio Doido, foram encontrados em um carro na porta da agência em que estavam o tal Geremias e o PM Francisco Galhardo. (foto abaixo).

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    Dinheiro apreendido com PM ligado a deputado Antonio Doido (MDB-PA)

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    R$ 380 mil encontrados em veículo na porta de agencia bancária após ordem de Antonio Doido

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    Dinheiro apreendido com PM ligado a deputado Antonio Doido (MDB-PA)

    Reprodução/PF

    Deputado na mira

    Além da prisão do PM Francisco Galhardo, em outubro de 2024, a PF realizou outra prisão, em janeiro de 2025, dessa vez de um assessor direto do deputado Antonio Doido.

    Dessa vez, a quantia apreendida foi de R$ 1,1 milhão.

    Após as duas apreensões, em fevereiro deste ano, a Procuradoria-Geral da República abriu uma investigação para apurar a relação do deputado federal Antonio Doido (MDB-PA) com um grupo envolvido no saque de valores milionários em agência de bancos no Pará.

    A suspeita é que os valores tenham origem em desvios de dinheiro públicos e que, parte deles, foram empregados para a compra de votos no período eleitoral.

    Em pedido encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, a PGR pediu que a apuração dos dois casos seja unificada e citou alguns detalhes descobertos pela Polícia Federal após a prisão do PM Francisco Galhardo com os R$ 5 milhões.

    De acordo com a PGR, até o momento, foram encontrados indícios de “crimes potencialmente associados ao exercício do mandato de Deputado Federal, envolvendo o desvio de recursos oriundos de contratos públicos e a subsequente lavagem desses valores”.

    Além desses tipos penais, a PGR também aponta para o surgimento de informações sobre o “cometimento de delitos eleitorais e transgressões contra o sistema financeiro nacional.”

    Por causa desses indícios, a PGR solicitou ao STF a expansão do objeto investigado, que até então era apenas a possível compra de votos e outros crimes eleitorais.

    A partir de informações da PF, a PGR afirma que o grupo liderado pelo deputado Antonio Doido “utiliza um complexo sofisticado mecanismo de lavagem de dinheiro, proveniente de desvios de recursos públicos, mediante o suposto pagamento de vantagens indevidas para servidores públicos”.

    As afirmações da PGR têm como base o material encontrado pela PF nos aparelhos celulares de Francisco Galhardo e dos outros dois presos ao sacar R$ 5 milhões e informações enviadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

    Defesa

    A defesa do Deputado Antonio Doido disse em nota que “repudia o vazamento de informações sigilosas de investigações em curso no STF e adotará medidas destinadas à responsabilização dos responsáveis pelo criminoso vazamento.”

    “Acerca dos questionamentos formulados, todos eles são fruto de ilações e já foram devidamente esclarecidos nos autos. O Deputado já se colocou à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos solicitados e tem tranquilidade em relação a todos os atos por ele praticados no curso do seu mandato parlamentar”, disse a defesa do parlamentar.

     

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