Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    População indígena no Acre quase dobra em 12 anos e alcança mais de 31 mil pessoas, revela Censo 2022

    Por Juruá Online

    O Censo Demográfico 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou um crescimento expressivo da população indígena no Acre. Em um intervalo de 12 anos, o número de indígenas no estado passou de 17.578 em 2010 para 31.694 em 2022 — um aumento superior a 80%. Com isso, o Acre ocupa a 13ª posição entre os estados brasileiros com maior população indígena.

    No ranking nacional, o Amazonas lidera com 490.935 indígenas, seguido pela Bahia (229.443) e Mato Grosso do Sul (116.469). O Acre aparece à frente de estados como Amapá, Tocantins e vários da Região Sudeste, demonstrando sua relevância na composição demográfica indígena do país.

    Perfil jovem e desafios sociais

    A pirâmide etária dos povos originários no estado revela uma população predominantemente jovem, com grande concentração entre as faixas de 0 a 24 anos. Há também uma presença significativa entre os 25 e 49 anos, mas os números diminuem a partir dos 50 anos, refletindo os desafios enfrentados pelas comunidades indígenas em relação ao acesso à saúde e à qualidade de vida.

    Maioria vive em Terras Indígenas

    Dos 31.694 indígenas registrados no Acre, a maioria — 61,79% — vive em Terras Indígenas oficialmente demarcadas. Já 38,21% residem fora dessas áreas, em zonas urbanas ou rurais não reconhecidas formalmente como territórios indígenas.

    Taxa de alfabetização ainda é desafio

    O levantamento também mostrou que 76,01% da população indígena no estado é alfabetizada. No entanto, 23,99% ainda não têm acesso à alfabetização, evidenciando a necessidade de políticas públicas voltadas à educação nas comunidades indígenas.

    Presença indígena em todos os municípios

    Os dados do IBGE indicam que todos os 22 municípios acreanos possuem população indígena. Os maiores contingentes estão em Santa Rosa do Purus (4.297), Feijó (4.436), Jordão (4.115), Tarauacá (3.775) e Marechal Thaumaturgo (3.355).

    Outros municípios com destaque são Rio Branco (1.827), Cruzeiro do Sul (1.678), Sena Madureira (1.681), Assis Brasil (1.207) e Porto Walter (868). Por outro lado, Capixaba tem o menor número registrado, com apenas 7 indígenas autodeclarados.

    Os números reforçam a diversidade e a ampla distribuição dos povos originários no estado, além de ressaltar a importância da inclusão e do fortalecimento de políticas específicas para garantir seus direitos e sua qualidade de vida.

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