Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Secretária de Educação tira abono em meio à greve dos professores

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    A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, tirou abono durante esta semana, em meio à greve dos professores das escolas públicas. Segundo o pedido da gestora obtido pelo Metrópoles, a secretária solicitou a folga de segunda (9/6) a sexta-feira (13/6).

    O abono de cinco dias para o servidor que não tiver falta injustificada no ano anterior é previsto em lei. Mas o que pegou mal, inclusive dentro do próprio GDF, foi a ausência da secretária justamente no momento em que os professores paralisaram as atividades e o governo voltou a negociar com o sindicato, com mediação da Justiça.

    Durante manifestação em frente ao Palácio do Buriti, nesta sexta-feira, professores ironizaram o abono da secretária de Educação durante a greve.

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    Cartaz do Sindicato dos Professores no Centro de Educação Infantil 10 de Taguatinga

    Hugo Barreto/Metrópoles
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    Cartaz indica greve dos professores no CEM 02, da Ceilândia

    Fotos: Hugo Barreto/Metrópoles
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    Parte das escolas públicas do DF fechou após a greve

    Breno Esaki / Metrópoles4 de 6

    Thalita Vasconcelos/ Metrópoles 5 de 6

    Em assembleia na quinta-feira (18/5), educadores rejeitaram proposição do Executivo local, em 2023

    Milena Carvalho / Metrópoles6 de 6

    Thalita Vasconcelos/ Metrópoles

    A greve dos professores da capital do país começou em 2 de junho. A categoria reivindica reajuste salarial de 19,8%, reestruturação do plano de carreira, nomeação de aprovados em concurso, entre outras melhorias. O GDF entrou na Justiça, que declarou ilegal a paralisação e fixou multa de R$ 300 mil por cada dia em que os professores estiverem em greve.

    Em nota, a Secretaria de Educação informou apenas que a secretária não está em viagem oficial ao exterior e que “encontra-se em gozo de abono legal”.

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