Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    STF: Google diz que não pode informar dados sobre “minuta do golpe”

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    O Google informou, nesta quarta-feira (18/6), ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não pode responder à corte sobre quem inseriu a “minuta do golpe” na internet. A plataforma argumenta que a tarefa não pode ser cumprida por causa da “ausência de URL” na demanda encaminhada para a empresa.

    Moraes havia determinado, nessa terça-feira (17/6), que o Google informasse, no prazo de 48 horas, os dados de quem inseriu a “minuta do golpe” na internet. O ordem do ministro foi emitida atendendo a uma solicitação da defesa do ex-ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro (PL), Anderson Torres.

    A “minuta do golpe” é um documento que, conforme inquérito da Polícia Federal (PF), foi impresso no Palácio do Planalto e estava em poder de Anderson Torres. O papel seria o meio para que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) determinasse um estado de excessão para permanecer no poder, mesmo tendo perdido as eleições de 2022 para o adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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    “Sempre muito respeitosamente, não se trata de formalismo: a URL é o meio de localização do material na internet e de individualização do  conteúdo objeto do pedido (art. 19, § 1º, do Marco Civil da Internet). Na ausência desse localizador, não é possível à peticionária a localização de qualquer conteúdo na internet para o regular processamento do pedido”, afirmou a defesa do Google ao ministro do STF.

    A solicitação de Moraes e a resposta do Google foram feitas no âmbito da ação penal 2.668, que corre na Corte Suprema. O processo apura a resposabilidade da suposta tentativa de golpe para a manutenção de Bolsonaro no poder, em 2022. O ex-presidente, inclusive, é um dos réus que figuram no núcleo 1 da ação penal, conforme denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

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