Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Suplente do vice-presidente do Senado fatura R$ 2,8 bi com governo

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    Fundada pelo empresário Ogari Pacheco, suplente e maior doador da campanha do vice-presidente do Senado, Eduardo Gomes (PL-TO), a farmacêutica Cristália assinou 319 contratos com o governo federal desde 1º de fevereiro de 2019, data em que a chapa tomou posse no Senado. Os acordos somam R$ 2,8 bilhões.

    Do total, 147 contratos [R$ 1,3 bilhão] foram fechados entre 2019 e 2022, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando Eduardo Gomes era líder do governo no Congresso. Já durante o governo Lula (PT), que teve início em janeiro de 2023, foram fechados 172 acordos [R$ 1,5 bilhão].

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    Fundador da farmacêutica e suplente do senador Eduardo Gomes, Ogari Pacheco, com o então presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco

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    Farmacêutica bancou campanha de Eduardo Gomes por meio de dois sócios

    Jefferson Rudy/Agência Senado3 de 4

    No governo Lula, a farmacêutica faturou 172 contratos, cujo valor total soma R$ 1,5 bilhões

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto4 de 4

    O ex-presidente Jair Bolsonaro

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

    Ogari doou R$ 1,6 milhão à campanha do senador Eduardo Gomes na eleição de 2018. Sua sócia no laboratório, Íris Scussel Stevanato, também contribuiu com R$ 300 mil. Juntos, os dois responderam por 77% do financiamento eleitoral do parlamentar.

    Em julho de 2022, o empresário chegou a assumir a cadeira do titular durante uma licença de 121 dias. Na posse, cercado por familiares e aliados, prometeu atuar para reduzir a dependência brasileira de medicamentos importados.

    “Quero retirar do país a dependência crônica de insumos estratégicos. Estamos importando mais de 90% do consumo de medicamentos”, declarou, em discurso ao então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD).

    Problemas com órgãos de regulação

    Apesar do faturamento bilionário, a empresa enfrentou problemas com órgãos de regulação. Em 2021, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), ligada à Anvisa, instaurou um processo administrativo para apurar uma suspeita de comercialização de medicamentos acima do teto estabelecido. Ao final, a Anvisa constatou que os valores propostos pela empresa não haviam ultrapassado o teto da Tabela CMED.

    Com 129 patentes registradas, a Cristália se consolidou como um dos maiores complexos farmacêuticos do país e figura entre as principais fornecedoras do Sistema Único de Saúde (SUS).

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    Antes de entrar na política, Ogari presidiu a Associação Paulista de Medicina (APM) e a Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina).

    Senador e Cristália se posicionam

    Procurado, o senador Eduardo Gomes disse que não tem ligação com a Cristália, mas apenas com o suplente de sua chapa.

    A Cristália, por sua vez, declarou que “não há conflito de interesse” entre as atividades empresarial e parlamentar de Ogari Pacheco.

    “Na qualidade de senador suplente, Dr. Ogari Pacheco contribuiu dentro de sua especialidade, como é esperado de um parlamentar, ajudando a estruturar o Projeto de Lei nº 1505/2022, que estabelece os mecanismos de estímulo ao Complexo Econômico e Industrial da Saúde. É fato que o Brasil precisa reduzir a dependência externa de medicamentos, sendo que o Dr. Pacheco, fundador e atual presidente executivo do Cristália, já fez esta declaração em diversas entrevistas publicadas na imprensa”, informou a empresa.

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