Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Trisal conquista direito de registrar os filhos com três pais em SP

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O trisal formado por Priscila Mira, Marcel Mira e Regiane Gabarra, de Bragança Paulista (SP), conseguiu um feito inédito em sua trajetória familiar: registrar dois dos quatro filhos com o nome dos três pais na certidão de nascimento. Isabela, de 13 anos, e Pierre, de 3, agora têm oficialmente reconhecida a parentalidade tripla. “Foi uma sensação de igualdade, de pertencimento, de valorização, de reconhecimento”, diz Priscila.

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A conquista veio após um longo processo de validação jurídica e afetiva. Pierre, o caçula, nasceu em 2022 por fertilização in vitro, já fruto da relação do trisal. “O Marcel já era vasectomizado quando conhecemos a Re, mas ela tinha o desejo de gerar uma criança. Fizemos todo o processo e, na primeira tentativa, o Pi veio. É a raspa do tacho da família”, conta Priscila.

Inicialmente, o registro de Pierre foi negado no cartório, que não aceitou incluir Priscila como mãe. O trio buscou apoio jurídico e, 10 meses após o processo na Justiça, recebeu a certidão com os três nomes. “Para muita gente é só um papel, mas para nós é o reconhecimento de uma família. Agora posso participar da vida civil dele de forma igual”, afirma Priscila, mãe socioafetiva.

Foto colorida de trisal com o filho registrado Trisal com o filho registrado no nome dos três pais

Com o registro de Pierre finalizado, foi a vez de Isabela. A menina, filha biológica de Priscila e Marcel, já considerava Regiane como mãe e desejava o reconhecimento oficial. Por ter mais de 12 anos, a inclusão foi feita diretamente no cartório, sem necessidade de decisão judicial. “Ela vibrou com a notícia e já quis trocar o RG. Brincamos que virou Gabarra [sobrenome de Regiane] legítima”, conta Priscila.

O trisal tem ainda outros dois filhos mais velhos: Reginaldo, 21, irmão biológico de Regiane, e Sara, 18. Ambos não demonstraram interesse em alterar seus registros. “A gente respeita o tempo e o desejo de cada um. Não forçamos ninguém”, explica Priscila.

Regiane Gabarra, Marcel Mira e Priscila Mira

A história de amor e afeto entre os três começou com uma amizade. Regiane, que vivia sozinha com o irmão após perder os pais, se aproximou de Priscila e Marcel. “Viramos uma família antes mesmo de sermos um trisal”, lembra Priscila. Após sete anos juntos, a família vê o reconhecimento nos documentos como um marco de igualdade. “Agora ninguém tira esse direito. Segurança é a palavra”, finaliza.

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