Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Trump anuncia acordo comercial com China e permissão a alunos chineses

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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quarta-feira (11/6), na rede Truth Social, que autoridades norte-americanas e chinesas firmaram acordo comercial no encontro realizado em Londres, na Inglaterra, na segunda-feira (9/6).

    O acordo ainda permitirá o ingresso de estudantes chineses nos EUA, durante a cruzada do governo de Trump contra Harvard e alunos estrangeiros.

    “Nosso acordo com a china está feito, sujeito à aprovação final do presidente Xi e de mim. Ímãs completos e quaisquer terras raras necessárias serão fornecidos, de primeira, pela China”, escreveu Trump.

    Segundo o mandatário norte-americano, o acordo comercial ficou definido com taxas recíprocas impostas pelos EUA à China, de 55%, e taxas chinesas de 10% sobre produtos norte-americanos.

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    Trump acrescentou que a aceitação de estudantes chineses nos Estados Unidos faz parte do acordo.

    “Da mesma forma, forneceremos à China o que foi acordado, incluindo estudantes chineses que utilizam nossas faculdades e universidades (o que sempre foi bom para mim)”, destacou o presidente dos EUA.

    Negociações

    Na quinta-feira (5/6), Trump e o presidente da China, Xi Jinping, concluíram a primeira conversa formal desde que o republicano assumiu o segundo mandato presidencial. Segundo Trump, os líderes conversaram por uma hora e meia e, na oportunidade, discutiram o acordo comercial em negociação entre os países.

    “Acabei de concluir uma excelente conversa telefônica com o presidente Xi, da China, discutindo algumas das complexidades do nosso acordo comercial recentemente firmado e aprovado. A conversa durou, aproximadamente, uma hora e meia e resultou em uma conclusão muito positiva para ambos os países”, destacou Trump.

    No fim de semana de 14 e 15 de maio, autoridades dos Estados Unidos e chinesas se encontraram em Genebra, na Suíça, para tentar remediar a guerra comercial entre as duas nações. As duas maiores economias do mundo concordaram em reduzir tarifas sobre produtos importados por 90 dias.

    O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, foram os responsáveis por anunciar que as tarifas norte-americanas sobre produtos chineses seriam reduzidas de 145% para 30%. Já a China divulgou que cortaria as tarifas gerais de 125% para 10%.

    Em uma declaração conjunta, os dois lados se comprometeram a tomar essas medidas enquanto as negociações continuam em um “espírito de abertura mútua, comunicação contínua, cooperação e respeito mútuo”.

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