Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Anvisa publica alerta para riscos de progressiva com formol

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (7/7), um informe de segurança alertando sobre os riscos à saúde e aos cabelos relacionados ao uso de alisantes capilares, como o formol e o ácido glioxílico.

De acordo com o comunicado, os produtos irregulares podem causar desde irritações na pele até problemas respiratórios a danos irreversíveis à estrutura capilar. Ao notarem sintomas como coceira, ardência ou dificuldades respiratórias, os consumidores devem procurar um médico imediatamente, diz o alerta. A agência também orienta a verificação do produto junto à Anvisa.

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O documento ressalta que o formol é permitido em produtos cosméticos no Brasil apenas como conservante, em concentrações de até 0,2%, e como endurecedor de unhas até 5%. A adição da substância química a cosméticos fora desses termos é considerada infração sanitária grave e pode configurar crime hediondo, conforme o artigo 273 do Código Penal brasileiro.

Na última quarta-feira (2/7), a Anvisa realizou uma operação e publicou uma resolução que cancelou diversos produtos alisantes irregulares e determinou diversas medidas preventivas às empresas inspecionadas, como a suspensão da fabricação, da comercialização, da distribuição e do uso, além do recolhimento de produtos, entre outras.

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