Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Bolsas de Nova York desabam com novo capítulo do tarifaço de Trump

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As novas ameaças e anúncios de tarifas comerciais por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, derrubavam os principais índices das bolsas de valores de Nova York na tarde desta segunda-feira (7/7).

Depois de a Casa Branca anunciar que o governo dos EUA aplicará taxas de 25% sobre todos os produtos importados do Japão e da Coreia do Sul, os investidores reagiram ao ambiente de incerteza global.

O que aconteceu

  • Por volta das 15 horas (pelo horário de Brasília), o índice Dow Jones despencava 1,15%, aos 44,3 mil pontos.
  • O S&P 500, por sua vez, recuava 0,9%, aos 6,2 mil pontos.
  • O Nasdaq Composto, que reúne as ações de empresas do setor de tecnologia, cedia 0,94%, aos 20,4 mil pontos.
  • Entre as empresas que mais perdem no pregão desta segunda, está a Tesla, do bilionário Elon Musk – ex-aliado e atual desafeto do presidente norte-americano Donald Trump –, cuja ação chegou a desabar cerca de 8%.

Japão e Coreia do Sul notificados

Trump publicou nesta segunda-feira duas das múltiplas cartas que seu governo enviará aos parceiros comerciais tributados no chamado “Dia da Libertação”. As primeiras nações que receberam o documento foram o Japão e a Coreia do Sul.

Segundo o documento, o governo dos EUA aplicará, a partir do dia 1º de agosto, uma tarifa de 25% sobre todos os produtos importados dos dois países asiáticos.

O presidente dos EUA adotou um tom semelhante nas duas cartas ao afirmar que, apesar de ter buscado negociar, as tarifas serão impostas e ao destacar que, se qualquer uma das nações tentar retaliar os EUA, sofrerá ainda mais com as tarifas norte-americanas.

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“Tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Japão e concluímos que devemos nos afastar desses déficits comerciais persistentes e de longa data, causados pelas tarifas e políticas não tarifárias do Japão, bem como pelas barreiras comerciais. Nosso relacionamento tem sido, infelizmente, longe de ser recíproco”, diz trecho da carta enviada ao Japão.

Segundo o documento, “a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Japão uma tarifa de apenas 25% sobre todos os produtos japoneses enviados aos EUA, separadamente de todas as tarifas setoriais. Produtos transbordados para evadir uma tarifa mais alta estarão sujeitos à tarifa mais elevada”, diz o comunicado.

“Por favor, entenda que os 25% estão muito abaixo do necessário para eliminar a disparidade do déficit comercial que temos com seu país. Como o senhor sabe, não haverá tarifa se o Japão, ou empresas japonesas, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos EUA e, de fato, faremos todo o possível para aprovar rapidamente, de forma profissional e rotineira — ou seja, em questão de semanas”, diz Trump na carta.

O governo Trump, por fim, adotou, na correspondência, um tom ameaçador, ao afirmar que, “se por qualquer motivo, o senhor decidir aumentar suas tarifas, então, qualquer que seja o número que escolher, será somado aos 25% que cobramos”.

Até o momento, o governo dos EUA anunciou acordos comerciais com Reino Unido, Vietnã e uma trégua com a China. As negociações com a União Europeia (UE) seguem em andamento.

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