Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    CNI estima perda de 110 mil postos de trabalho com tarifas dos EUA

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    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou, nesta segunda-feira (14/7), uma estimativa inicial indicando que pelo menos 110 mil postos de trabalho podem ser perdidos caso seja aplicada a taxação de 50% dos Estados Unidos sobre o Brasil. Além disso, a entidade prevê um grande impacto no Produto Interno Bruto (PIB).

    Representantes da indústria e empresários brasileiros se reuniram com a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, na tarde desta segunda-feira (14/7). O encontro teve como foco a avaliação dos impactos econômicos e sociais da medida do presidente dos EUA, Donald Trump.

    Os grupos do setor produtivo alinharam o pedido para que o governo federal busque um adiamento mínimo de 90 dias na aplicação das novas tarifas dos Estados Unidos. “Esse prazo é considerado essencial para que a indústria brasileira possa analisar de forma mais aprofundada os efeitos da medida, além de buscar soluções diplomáticas para evitar perdas mais amplas”, indicou a CNI.

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    Os participantes também destacaram a importância de conduzir o processo com prudência e diálogo, preservando os canais entre os dois países e reforçando a necessidade de cooperação para manter relações comerciais estáveis e previsíveis. Segundo a CNI, a secretária de Comércio Exterior do MDIC assegurou que as ponderações serão encaminhadas ao governo.

    Na última quarta-feira (9/7), Trump anunciou que, a partir de 1º de agosto, os produtos brasileiros vendidos para os Estados Unidos serão taxados em 50%. O presidente norte-americano alegou que as medidas foram adotadas em virtude do que ele chamou de “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que enfrenta processos no Judiciário.

    O governo espera que o comitê e o esforço conjunto para encontrar uma saída de proteger o mercado brasileiro ajudem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a inaugurar um novo momento de aproximação com o empresariado brasileiro. A relação do setor produtivo com o Planalto não foi boa até o momento deste terceiro mandato do petista, principalmente após a crise do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e o pacote arrecadatório enviado pela Fazenda.

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