Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Mulher é indiciada por jogar ácido no pênis do ex após relação sexual

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    Uma mulher de 38 anos foi indiciada pelo crime de lesão corporal grave, por suspeita de jogar ácido nas partes íntimas do ex-companheiro durante uma relação sexual, em Ponta Grossa (PR), na região dos Campos Gerais.

    O crime aconteceu em 9 de junho último, e o homem, de 36 anos, seguia internado ainda esta segunda-feira (7/7), quando o caso foi divulgado pela Polícia Civil do estado (PCPR).

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    O delegado Derick Moura Jorge, à frente das investigações, afirmou que o uso do produto chegou a causar uma queimadura química de terceiro grau e a provocar necrose da pele da vítima.

    “Ele precisou ser internado e permanece sem previsão de ter alta médica, pois foi submetido a procedimento cirúrgico de desbridamento [remoção] de tecido necrótico, para posterior enxerto de pele, o que evidencia a extrema gravidade das lesões causadas”, detalhou o investigador.

    Versões divergentes

    A vítima e a suspeita apresentaram versões diferentes sobre como ocorreu o encontro deles. Enquanto que a mulher afirma que era ameaçada por ter um novo relacionamento e que foi estuprada pelo ex, o homem diz que ela foi até a casa dele para discutir sobre a propriedade de um celular, e ambos fizeram sexo de forma consensual.

    “Independentemente das alegações defensivas, houve desproporcionalidade extrema entre a suposta agressão sofrida e a resposta dada pela investigada, configurando manifesto excesso. Não se justifica a aplicação de substância corrosiva como meio de defesa. […] A mulher foi indiciada pelo crime de lesão corporal da natureza grave, pois há possibilidade de debilidade permanente das funções urinárias e reprodutivas do homem”, completou Derick Moura.

    O caso foi encaminhado ao Ministério Público do Paraná (MPPR), que vai avaliar se apresentará ou não denúncia criminal contra ela. Para o crime de lesão corporal grave, a pena prevista pode levar a até 5 anos de prisão.

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