Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    No litoral paulista, 66% dos assassinatos foram causados pela polícia

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    Santos e São Vicente, no litoral sul de São Paulo, estão entre as 10 cidades brasileiras em que o número de mortes provocadas por policiais representou mais da metade do número total de mortes violentas intencionais em 2024. Nos municípios, que foram palco da Operação Verão, entre janeiro e março do ano passado, 66,1% dos homicídios foram causados por policiais. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (24/7) no anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP-).

    As cidades do litoral paulista aparecem empatadas na terceira posição da lista dos municípios com os maiores percentuais de mortes decorrentes de intervenção policial (MDIP) em relação ao número total de mortes violentas. Na primeira posição, está Itabaiana, no Sergipe, onde as MDIPs representaram 75,6% do total.

    Veja lista abaixo:

    • Itabaiana (SE) – 75,6%
    • Cambé (PR) – 61,9%
    • Santos (SP) – 66,1%
    • São Vicente (SP) – 66,1%
    • Arapongas (PR) – 58,8%
    • Eunápolis (BA) – 58,2%
    • Angra dos Reis (RJ) – 55,0%
    • Nilópolis (RJ) – 53,8%
    • Santo Antônio de Jesus (BA) – 52,4%
    • Cametá (PA) – 51,9%

    M0rtes no litoral paulista

    Dados do Ministério Público de São Paulo (MPSP) mostram que Santos teve, em 2024, 43 mortes decorrentes de intervenção policial. O número foi mais que o dobro das registradas no ano anterior: 19. Em São Vicente, o número quase triplicou, passando de 13 para 39.

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    O aumento nos números de homicídios por policiais foi impulsionado pela Operação Verão, que vigorou na na Baixada Santista entre o fim de janeiro e o fim de março de 2024. No período, de acordo com apuração do Metrópoles, foram registradas pelo menos 66 mortes causadas pela PM, considerando as cidades de Santos, São Vicente, Guarujá, Praia Grande, Cubatão e Itanhaém.

    A operação, deflagrada após a morte de dois PMs, foi marcada por suspeitas de execuções sumárias, tortura e violência. A ação policial foi a mais violenta desde o massacre do Carandiru.

    Leia mais no especial Baixada Sangrenta, produzido pelo Metrópoles.

    Mortes violentas em queda

    Em 2024, o Brasil registrou 44.127 mortes violentas intencionais (MVI), com taxa de 20,8 por grupo de 100 mil habitantes.

    O número representa uma redução de 5,4% em relação ao ano anterior, quando a taxa foi de 21,9 por 100 mil. Essa é a menor taxa de MVI desde 2012.

    A região Nordeste lidera o ranking, com 33,8 mortes por 100 mil habitantes, seguida pela região Norte, com taxa de 27,7. Na sequência vêm respectivamente, Centro-Oeste, com 19,5; Sul, com 14,6; e Sudeste, com 13,3.

    Entre os estados, o Amapá aparece em primeiro lugar, com taxa de 45,1 mortes a cada 100 mil habitantes; seguido por Bahia, com 40,6; e Pernambuco, com 36,2. Enquanto isso, São Paulo tem a menor taxa do país, com 8,2 a cada 100 mil.

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